Mauro tem 27,4% e Janaina, 19,9% na disputa pelo Senado; Medeiros aparece com 10,7%

RepórterMT • 1 de outubro de 2026

Mauro Mendes (União) e Janaina Riva (MDB) ocupam as duas primeiras posições na pesquisa Percent Brasil para o Senado em Mato Grosso, divulgada nesta quinta-feira (1º). No cenário estimulado de votos totais, Mauro registra 27,4%, seguido por Janaina, com 19,9%, e José Medeiros (PL), com 10,7%.


Os percentuais correspondem à média da primeira e da segunda opção de voto apresentada pelo instituto. Como estão em disputa duas vagas ao Senado, cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes. A tabulação mantém brancos, nulos e indecisos no cálculo.


A distância entre Mauro e Janaina é de 7,5 pontos percentuais. A emedebista, por sua vez, aparece 9,2 pontos à frente de Medeiros.


Na sequência, Pedro Taques (PSB) registra 7,9%, enquanto Carlos Fávaro (PSD) tem 7,4%. Margareth Buzetti (PP) aparece com 2,7%, seguida por Antônio Galvan (Avante), com 2,1%.



Também foram citados Coronel Darwin, com 0,9%; Professor Nelson Ferreira, com 0,8%; e Beny Godoy, com 0,5%. Os entrevistados que não souberam responder ou estão indecisos representam 16,9%, enquanto brancos e nulos somam 3%.


A Percent Brasil ouviu 1.200 pessoas em Mato Grosso entre 26 e 29 de setembro. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-09025/2026 e BR-07647/2026.

Por RepórterMT • 19 de outubro de 2026
Nova pesquisa do instituto PoderData, realizada em parceria com o Aya Bancah e divulgada hoje (19), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial para o segundo turno das eleições de 2026. Nos votos válidos, o candidato da direita aparece com 52%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%.  O levantamento aponta uma nova oscilação no cenário da disputa nacional. Após o primeiro turno realizado em 4 de outubro, Flávio abriu vantagem na primeira rodada de pesquisas desta fase, mas viu a distância cair na semana passada, quando os dois candidatos registraram empate técnico com 50% das intenções de voto cada. Agora, o candidato do PL retoma a dianteira com uma margem de quatro pontos percentuais. A campanha do candidato do PL intensificou as agendas de rua nos últimos dias com atos públicos em capitais como São Paulo, Salvador e Vitória, além de posturas mais críticas nas inserções de rádio, televisão e internet. Do lado petista, a estratégia envolveu grandes atos de mobilização popular e forte presença digital impulsionada por apoiadores, embora o esforço não tenha impedido a variação desfavorável nos índices gerais de intenção de voto. Na divisão demográfica dos votos totais, o atual presidente mantém preferência em redutos tradicionais e entre determinados grupos do eleitorado, registrando 51% das intenções de voto entre as mulheres e 61% na região Nordeste. Por outro lado, Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho nas regiões Centro-Oeste e Sul, onde alcançam 60% e 62%, respectivamente, além de liderar no Sudeste com 53% das preferências. Devido a arredondamentos estatísticos, a soma de alguns resultados numéricos pode não totalizar exatamente 100%. Metodologia A pesquisa foi realizada com recursos próprios pelo PoderData/Aya, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 16 a 18 de outubro de 2026 por meio de ligações para celulares e telefones fixos, totalizando 3.000 entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02586/2026 . As rodadas do levantamento apresentaram variações metodológicas no tamanho da amostra ao longo do ano; de maio a agosto foram 2.400 entrevistas (margem de 2 pontos), em setembro foram 3.000 entrevistas (margem de 1,8 ponto), e na véspera do primeiro turno, de 30 de setembro a 2 de outubro, foram aplicadas 4.000 entrevistas com margem de 1,5 ponto percentual.
Por RepórterMT • 19 de outubro de 2026
Empresários e nomes ligados ao setor produtivo de Mato Grosso somam R$ 5,65 milhões em doações registradas na lista de contribuintes da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o Divulgacand, portal de divulgação de candidaturas e contas eleitorais, 11 nomes, incluindo representantes de atividades relacionadas ao agronegócio, à indústria e ao setor imobiliário, fizeram doações que variam de R$ 100 mil a R$ 2 milhões. O maior valor é de Elói Vitório Marchett , empresário do agro e sogro do deputado federal Fábio Garcia (União), que destinou R$ 2 milhões à campanha, em duas transferências de R$ 1 milhão cada. Em seguida, aparece Nelson José Vigolo , ligado ao Grupo Bom Jesus Agropecuária, com uma doação de R$ 1,1 milhão. Também figuram na lista de doadores os empresários do agro Elizeu Zulmar Maggi Scheffer e Carolina Mognon Scheffer , com R$ 500 mil cada. Velbster Artur Saldanha Birtche , também empresário do agronegócio, aparece com R$ 500 mil. Charles Wurzius contribuiu com R$ 260 mil.  Entre os demais doadores de Mato Grosso estão José Mikhael Maluf Neto , do setor imobiliário, com R$ 250 mil; Wagner Córdova Vieira , ligado ao agronegócio, com R$ 200 mil; Leandro Wurzius e Marcos Wurzius , também do setor, com R$ 120 mil cada; e Rita de Cássia Fachinetto , igualmente ligada ao agro, com R$ 100 mil. Somadas, as contribuições desses 11 nomes chegam a R$ 5,65 milhões. Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno das eleições presidenciais com o presidente Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio terminou à frente, com aproximadamente 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos. Lula recebeu cerca de 53,9 milhões, ou 45,16%.
Por RepórterMT • 18 de outubro de 2026
Robson Muniz, de 39 anos, morreu na tarde desse sábado (17) após ser atingido por uma caminhonete enquanto estava na garupa de uma motocicleta na MT-351, conhecida como Estrada do Manso, em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá). A condutora da moto não tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e testou positivo para consumo de álcool. O acidente ocorreu por volta das 14h30. Segundo informações apuradas pela Polícia Civil no local, a motocicleta Shineray Shi 175 seguia da estrada do Malai em direção à rodovia quando teria invadido a pista por onde trafegava uma caminhonete RAM. O motorista da caminhonete tentou frear e desviar da motocicleta, mas não conseguiu evitar o atropelamento. Durante a manobra, Robson, que estava na garupa, pulou da moto e acabou atingido pela caminhonete. A condutora da motocicleta não se feriu.  Submetida ao teste do bafômetro, a motociclista apresentou resultado de 0,56 miligrama de álcool por litro de ar expelido, confirmando a presença de álcool no organismo. O motorista da caminhonete fez o mesmo teste, com resultado negativo de 0,00 mg/l. A condutora foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Chapada dos Guimarães, onde foram tomadas as providências cabíveis.
Por Gazeta Digital • 18 de outubro de 2026
O governador Otaviano Pivetta acompanhou, nesta sexta-feira (16), a chegada de 62 novas viaturas destinadas às forças de segurança de Mato Grosso. Os veículos fazem parte de uma aquisição de 250 unidades, com investimento total de R$ 75,4 milhões. A frota total das forças de segurança de Mato Grosso passou de aproximadamente 700 veículos, em 2019, para 2,9 mil em 2025, considerando veículos próprios e alugados. A aquisição integra a estratégia do Governo de Mato Grosso de ampliar a frota própria do Estado, com foco na redução de custos, na qualidade dos veículos e na melhor aplicação dos recursos públicos. “Estamos ampliando a frota própria do Estado para equipar nossas forças de segurança. Queremos economizar recursos públicos, melhorar a qualidade dos veículos e garantir que o dinheiro do povo mato-grossense seja bem aplicado”, afirmou o governador. As 250 viaturas serão destinadas à Polícia Militar, à Polícia Judiciária Civil, ao Corpo de Bombeiros Militar, à Politec e ao Grupo Especial de Fronteira (Gefron), com distribuição entre unidades da Capital e do interior do Estado.
Por Gazeta Digital • 18 de outubro de 2026
Um homem morreu durante troca de tiros com policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) na manhã desse sábado (17), na zona rural de Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá). Na ação, foram apreendidos cerca de 237 quilos de drogas, 3 armas de fogo e dois veículos. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 2,9 milhões. Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 05h agentes no âmbito das operações Protetor das Fronteiras e Faro montaram um bloqueio em uma estrada vicinal, quando ocupantes de uma Fiat Strada e de um Volkswagen Gol atiraram eles. Os policiais se abrigaram e revidaram a injusta agressão. Durante o confronto alguns dos criminosos foram atingidos, eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Santa Casa Vale do Guaporé, porém um deles não resistiu e morreu. Durante as buscas nos veículos, os agentes encontraram 100 tabletes de substância análoga à cocaína, com peso aproximado de 109 quilos, e 119 tabletes de maconha, totalizando cerca de 128 quilos. Também foram apreendidos uma pistola, calibre .380 e dois revólveres, de calibres.38 e .22. O material estava nos dois veículos utilizados pelos suspeitos. Um dos envolvidos relatou aos policiais que o grupo receberia R$ 15 mil pelo transporte dos entorpecentes até Pontes e Lacerda. Conforme a ocorrência, os suspeitos possuem antecedentes criminais por tentativa de homicídio e roubo. O valor total dos materiais apreendidos, incluindo drogas, armas e veículos, foi estimado em R$ 2.909.982. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.
Por RepórterMT • 18 de outubro de 2026
O empresário do agronegócio Elói Vitório Marchett abriu o bolso e destinou R$ 2 milhões à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). O aporte o coloca como o maior doador pessoa física do candidato, conforme levantamento nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) gerados neste sábado (17).  Foram duas transferências eletrônicas de R$ 1 milhão, ambas na quinta-feira (15). A campanha informou os recebimentos à Justiça Eleitoral na sexta-feira (16). Os valores estão registrados como recursos de pessoa física para o segundo turno. Com trajetória no setor de sementes em Rondonópolis, Marchett é sogro de Fábio Garcia (União). O reforço milionário chega à campanha de Flávio na reta final da disputa pela Presidência.
Por Ascom • 17 de outubro de 2026
Com a colheita do algodão concluída nas propriedades de Mato Grosso, o setor produtivo concentra esforços nas medidas de proteção sanitária para o período de entressafra. Entre 4 e 10 de outubro, os agricultores intensificaram os trabalhos de manejo pós-colheita e preparação das áreas para o vazio sanitário, conforme relatório do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), ligado à Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Enquanto as algodoeiras aceleram o processamento final da pluma, nas lavouras o foco está na eliminação dos restos culturais. As medidas incluem a retirada dos rolinhos remanescentes, a destruição completa das soqueiras e o controle de plantas voluntárias, etapas fundamentais para reduzir os riscos fitossanitários entre as safras. Leia também - Sebrae/MT leva quatro marcas de Mato Grosso ao São Paulo Fashion Week 2026 Para conter a proliferação do bicudo-do-algodoeiro durante o período de interrupção do cultivo, as equipes também intensificaram a instalação de armadilhas e tubos mata-bicudo nas bordas dos talhões. As ações buscam eliminar possíveis focos da praga e preservar as condições sanitárias das áreas para os próximos ciclos produtivos. Semeadura da soja alcança um terço da área prevista Paralelamente à conclusão dos trabalhos no algodão, o plantio da soja 2026/27 avançou em Mato Grosso. A semeadura alcançou 33,28% da área prevista, com avanço de 23 pontos percentuais em uma semana. Favorecido pela maior regularidade das chuvas, o ritmo está 12 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra passada. O avanço é puxado pelas regiões Médio-Norte e Oeste. No Noroeste, o plantio nas áreas destinadas à sucessão com o algodão de segunda safra está praticamente concluído. Ainda assim, a distribuição irregular das chuvas exige acompanhamento dos produtores em algumas localidades para garantir condições adequadas ao desenvolvimento das lavouras. Com a colheita do algodão encerrada, o processamento da fibra na reta final e a semeadura da soja em ritmo acelerado, Mato Grosso avança na transição entre os ciclos agrícolas. O momento exige atenção tanto ao manejo fitossanitário das áreas de algodão quanto às condições de desenvolvimento da nova safra de grãos.
Por Ascom • 17 de outubro de 2026
Após uma sequência de quedas, o índice de endividamento das famílias em Cuiabá subiu de 83,5% em agosto para 83,9% em setembro, registrando a segunda alta consecutiva. O levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou, ainda, que mais de 210 mil famílias estão endividadas na capital. Os dados apurados pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) também mostram que 46,2% dos entrevistados se consideram pouco endividados, enquanto apenas 8% se declaram muito endividados. Segundo o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, o Tião da Zaeli, o elevado percentual de famílias endividadas demonstra a importância do crédito na gestão do orçamento doméstico. “A evolução do indicador mostra que o crédito continua desempenhando papel relevante na organização financeira das famílias cuiabanas, seja para antecipar o consumo ou para administrar despesas ao longo do tempo”. Inadimplência recua, mas famílias ainda enfrentam dificuldades para pagar dívidas Apesar do aumento do endividamento, o percentual de famílias inadimplentes caiu de 16,3% em agosto para 15,5% em setembro. O cartão de crédito continua sendo a principal modalidade de dívida, citada por 87,5% dos entrevistados. Em números absolutos, cerca de 39 mil famílias disseram ter contas em atraso. Sobre o resultado, Tião da Zaeli avalia que “a redução das famílias com dívidas atrasadas representa um sinal favorável para a capacidade de pagamento, embora a parcela que não espera conseguir quitar seus débitos ainda revele a existência de restrições financeiras relevantes”. Entre as famílias cuiabanas, 6,4% afirmaram que não conseguirão quitar as contas em atraso, percentual ligeiramente inferior aos 6,5% registrados em agosto. Ao analisar esse indicador, o presidente da Fecomércio-MT destacou a dificuldade de parte das famílias em regularizar as dívidas e equilibrar o orçamento doméstico. “O percentual de famílias que não terão condições de quitar integralmente os débitos em atraso evidencia que o principal desafio não está apenas no acesso ao crédito, mas na capacidade de transformar renda corrente em pagamento das obrigações acumuladas.” Dívidas de longo prazo podem influenciar decisões de consumo Em relação ao tempo de permanência no endividamento, 39,1% dos entrevistados informaram estar nessa situação há mais de um ano. Outros 34,1% disseram ter dívidas há um período de três a seis meses, enquanto 16,8% relataram estar endividados há até três meses. Já 9,3% afirmaram estar nessa condição há um período de seis meses a um ano. Conforme análise do IPF-MT, a permanência prolongada no endividamento indica que, para uma parcela das famílias, o comprometimento financeiro vai além de uma dificuldade pontual e pode influenciar as decisões de consumo por períodos mais longos.
Por EBC • 17 de outubro de 2026
O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, deixando para trás Rússia e Itália. A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) brasileiro alcançará US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem. Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões. Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China. Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas: - Estados Unidos: US$ 34,44 trilhões; - China: US$ 22,94 trilhões; - Alemanha: US$ 5,66 trilhões; - Índia: US$ 4,52 trilhões; - Reino Unido: US$ 4,49 trilhões; - Japão: US$ 4,47 trilhões; - França: US$ 3,65 trilhões; - Brasil: US$ 2,80 trilhões; - Itália: US$ 2,77 trilhões; - Rússia: US$ 2,68 trilhões. A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado. A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014. Índia decola Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha. Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031. O que é o PIB  O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria. Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão. Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados. O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.
Por Gazeta Digital • 17 de outubro de 2026
A Superintendência do Ministério da Saúde em Mato Grosso fez a entrega de 33 novas ambulâncias, tanto para unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) como para as unidades de saúde em municípios do estado. O ato que formaliza a destinação dos equipamentos foi realizado nesta sexta-feira (16), na sede do Ministério da Fazenda, em Cuiabá. Ao todo, foram 21 veículos para o Samu e outras 12 ambulâncias comuns. Os equipamentos foram adquiridos pelo Ministério da Saúde com recursos do programa Novo PAC da Saúde, criado para aumentar a quantidade de recursos destinados ao Serviço Único de Saúde (SUS). "Quando a gente fala em urgência e emergência, cada minuto faz a diferença. Por isso, 21 novas unidades [de ambulâncias] do Samu chegam para ampliar a estrutura e fortalecer o atendimento à população mato-grossense”, explicou o superintendente do Ministério da Saúde em Mato Grosso, Pedro Dias. "As 12 novas ambulâncias tipo A reforçam a rede de saúde e ampliam o suporte ao transporte sanitário de pacientes, especialmente daqueles em tratamento oncológico ou renal", acrescentou. Também foram entregues seis micro-ônibus que deverão ser usados para o transporte de pacientes que necessitam se deslocar a grandes distâncias para receber atendimento médico nos municípios. Conforme o superintendente do Ministério da Saúde, com esses novos veículos, o governo de Mato Grosso já contou com mais de R$ 243 milhões de investimentos na saúde.