
A AGU (Advocacia-Geral da União) encaminhou um pedido de investigação ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a outros órgãos federais após identificar indícios de práticas anticoncorrenciais na cadeia de abastecimento de combustíveis no Brasil. Segundo a AGU, há sinais de que distribuidoras e postos de gasolina não estão repassando de forma adequada as reduções de preço feitas pelas refinarias, o que pode configurar infração à ordem econômica. Caberá aos órgãos responsáveis apurar se há formação de cartel ou outros tipos de conduta anticompetitiva por parte dos agentes do setor. De acordo com os documentos, foram identificados problemas na formação de preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, principalmente nas etapas de distribuição e revenda. A região Norte, especialmente no entorno da Refinaria do Amazonas, foi apontada como uma das mais afetadas pelas distorções. Aumentos são repassados, reduções não Um dos principais pontos destacados é o comportamento desigual dos preços ao longo da cadeia: enquanto os aumentos determinados pelas refinarias são integralmente repassados — e, em muitos casos, até ampliados — pelos distribuidores e postos, as reduções de preços não seguem o mesmo padrão. Entre julho de 2024 e junho de 2025, foram registrados sete reajustes nos combustíveis nas refinarias, sendo quatro quedas de preço e três aumentos. Apenas os aumentos, no entanto, chegaram integralmente ao consumidor. A solicitação partiu do Departamento de Assuntos Extrajudiciais da Consultoria-Geral da União e teve como base informações da Casa Civil e do Ministério de Minas e Energia. O material analisado também foi enviado à Polícia Federal, à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) e à Procuradoria Nacional da União de Patrimônio Público e Probidade. Segundo a nota técnica do Ministério de Minas e Energia, essa prática permite que distribuidores e revendedores lucrem mais durante as quedas, mantendo suas margens mesmo em momentos de redução de custos. Sendo assim, isso penaliza os consumidores, que deixam de se beneficiar de preços mais baixos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 15 mato-grossenses envolvidos nos atos antidemocráticos cometidos após o fim das eleições presidenciais de 2022. Só em 2025 já foram 5 condenados, com penas que variam entre um e 14 anos de prisão. No início do ano, o STF divulgou que já havia condenado 371 pessoas das mais de duas mil investigadas por participar dos atentados aos prédios dos três Poderes. Além disso, outras 527 já haviam admitido a prática de crimes menos graves e fizeram acordo de não persecução penal (ANPP) com o Ministério Público Federal. Até o final do ano de 2024, 11 mato-grossenses já haviam sido condenados por envolvimento em atos golpistas, com penas que chegam a 17 anos de prisão. Além disso, alguns também foram condenados a pagar indenização por danos morais coletivos, de valores que variam entre R$ 5 milhões e R$ 30 milhões. Os condenados até então eram: Rosely Pereira Monteiro, com pena de 17 anos; Juvenal Alves Correa de Albuquerque, com pena de 16 anos e 6 meses; Alessandra Farias Rondon, com pena de 17 anos; Joelton Gusmão, com pena de 17 anos; Simone Aparecida Tosato Dias, com pena de 13 anos e 6 meses; Leandro Alves Martins, com pena de 14 anos; Maria do Carmo da Silva, com pena de 14 anos; Andre Luiz Vilela, com pena de 12 anos; Jairo de Oliveira Costa com pena de 12 anos; Jocymorgan Mendes Boa Sorte, que não teve pena de prisão, apenas de pagamento de indenização coletiva de R$ 5 milhões; e Alan Diego dos Santos Rodrigues, com pena de 5 anos e 4 meses por armar uma bomba na entrada do aeroporto de Brasília, ainda em 2022. Em 2025 já foram condenados os mato-grossenses: José de Arimateia Gomes dos Santos, em março, à pena de 14 anos; Reginaldo Silveira, em maio, à pena de 2 anos e 5 meses; Eliane Oelke, em junho, à pena de um ano, substituída por medidas alternativas; José Carlos da Silva, em junho, à pena de 14 anos; e Anilton da Silva Santos, em junho, à pena de 2 anos e 5 meses. Alguns deles ainda aguardam o julgamento final do colegiado do STF. Alguns condenados permaneceram foragidos por vários meses. Joelton Gusmão de Oliveira, por exemplo, que foi condenado em fevereiro de 2024, só foi preso em novembro em Buenos Aires, na Argentina. Já Alan Diego dos Santos, condenado em maio de 2023, só foi preso no último dia 27 de junho. Outros réus matogrossenses firmaram ANPP ou foram absolvidos, como é o caso de Jean Guimarães dos Santos, que vivia em situação de rua. O STF considerou que não ficou comprovado que ele participou dos crimes, apenas que foi até um dos acampamentos em busca de comida.

O chileno Martín de los Santos Lehmann, de 32 anos, foragido da Justiça do Chile por espancar um idoso e ameaçar um policial, foi preso pela Polícia Federal na noite de quarta-feira (2) em um hotel de Cuiabá. Ele era procurado desde que ingressou no Brasil. De acordo com a PF, o suspeito respondia no Chile por lesão corporal grave contra um idoso, lesão leve e ameaça a um policial, além de ter antecedentes criminais por outros delitos. Após entrar no país, ele se deslocou entre Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso, onde foi localizado e detido. Um mandado de prisão para extradição havia sido emitido pelo Supremo Tribunal Federal a pedido do governo chileno, após solicitação da PF. A Interpol também havia emitido uma difusão vermelha a pedido da Justiça do Chile. A prisão ocorreu após operação coordenada entre a Polícia Federal brasileira e a Polícia de Investigações do Chile, com participação do Setor de Capturas Internacionais, do Centro de Cooperação Policial Internacional e dos Núcleos de Cooperação Internacional em Santa Catarina e São Paulo. Martín de los Santos Lehmann permanece na sede da PF em Cuiabá, onde aguarda audiência de custódia. Ele ficará à disposição do STF até que o processo de extradição seja concluído.

Camarim com pouca iluminação e túnel até o palco. Essas são alguma das exigências para o bakcstage da lendária banda de rock Guns N’ Roses, para o show marcado para o dia 31 de outubro na Arena Pantanal. Em entrevista ao Jornal da Capiral, da Rádio Capital, nesta quinta-feira (3), o empresário Elson Ramos deu detalhes específicos e inusitados do grupo. “Chegaram algumas exigências em relação ao camarim até agora, a gente precisa deixar o camarim praticamente todo escuro, não pode ter luzes, apenas abajur. Onde eles forem passar, até o palco, tem que ser tudo fechado como um túnel. Os camarins são individuais para cada integrante da banda, eles não ficam juntos”, disse Elson, ao comentar o chamado “rider técnico” da turnê. Por enquanto, a banda não enviou pedidos em relação ao cardápio e a alimentação que deseja receber nos camarins. Contudo, detalhes técnicos já estão sendo alinhados com a equipe do show. Elson também contou que o grupo pediu um palco alto e reforçado. A estrutura, que vem de fora, deve chegar em Cuiabá em 10 carretas. “O rock internacional é muito exigente em alguns requisitos, por exemplo, o palco tem que ser muito alto e aguentar muito peso. Em Cuiabá não tem e essa estrutura vem de fora. Só para trazer esse palco vai vir umas 8 ou 10 carretas”, detalhou o empresário. Alta procura Os ingressos para o evento já estão esgotados. A expectativa é que mais de 40 mil pessoas acompanhem o show na capital mato-grossense. Uma pesquisa em plataformas como Booking, Expedia e Hoteis.com constatou que a ocupação hoteleira em Cuiabá para o período do show está bastante limitada. Os hotéis mais próximos à Arena Pantanal já não estão mais disponíveis nessas plataformas. Além de Cuiabá, São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Brasília receberão a turnê, que passará também pela Europa e por outros países da América Latina, como Costa Rica, Argentina, Peru e México.

Investigação da Polícia Civil identificou que criminosos ‘desistentes’ ou expulsos de uma facção criminosa predominante em Mato Grosso tentaram ‘fortalecer’ um novo grupo, com apoio de uma facção de São Paulo. O objetivo inicial era apenas matar os rivais e dominar o território em Sorriso e Região. Conforme o delegado Antenor Pimentel Marcondes, a relação entre os faccionados dentro da estrutura é complexa. Há aqueles que desistem de participar, seja por conflito ou por injustiça e há aqueles que são expulsos. E, por isso, muitos têm a morte decretada. “Essas pessoas têm duas opções, ela foge do Estado ou ela permanece aqui, mas ela ter que se fortalecer de alguma forma. E é o que eles fazem. Eles montaram uma facção de desistentes e, em algum momento, eles foram abraçados pela facção paulista”, disse o delegado. Segundo o delegado, a investigação apontou que esse grupo tinha uma atuação despropositada. “É eliminar, basicamente é eliminar, tanto é que implica em aumento de homicídios registrados”, disse. A investigação deu origem a Operação Yang, deflagrada na manhã desta quinta-feira (3) pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e Delegacia de Sorriso. Ao todo, 21 pessoas foram presas nas cidades de Nova Canaã do Norte, Cáceres, Várzea Grande, Santa Inês (MA), Belém (PA), São José dos Pinhais (PR), Osasco (SP) e São Paulo (SP). Estrutura da facção A investigação aponta que a facção criminosa era altamente estruturada com divisão de tarefas e hierarquia clara (por meio de Regionais, cargos e funções), objetivando vantagens ilícitas através de práticas penais graves como homicídios, tráfico de drogas e sequestros. A estrutura contava com a ocupação de cargos específicos como “Geral do Estado”, “Coringa Geral”, “Hórus”, “Regionais”, “Disciplina”, “14”, “missionário”, “irmão”, “companheiro” (CP) e “família” (FML), sendo cada função responsável por atribuições operacionais ou disciplinares dentro da estrutura da organização criminosa. O controle dos integrantes e das atividades da facção criminosa era mantido por meio de uma lista denominada “Tabuleiro de Numerada”. Através das investigações, evidenciou-se que a lista funcionava como instrumento de gestão interna da organização criminosa, contendo cadastros organizados por nomes, vulgos, regionais e aplicativos usados pelos faccionados, permitindo controle e atualização constante. Os integrantes da organização criminosa utilizavam símbolos próprios, expressões codificadas e difusão de estatuto e cartilhas para padronização da conduta e coesão interna, expansão territorial e supremacia da facção criminosa armada sobre facções rivais, especialmente sobre o grupo criminoso, que comandava a região anteriormente e que foi alvo da Operação Recovery, de 2023. Interações criminosas As investigações apontaram que os integrantes da facção criminosa tratavam diversos assuntos relacionados à atuação do grupo, sendo palco para discussões que abrangiam desde a execução de homicídios de rivais (mencionados como lixos), sequestros, tráfico de drogas, aquisição e exibição de armas de fogo (ferros), além da divulgação de vídeos com imagens de cadáveres de inimigos, como forma de exaltação e intimidação. Além disso, também tratavam da proteção de familiares, disseminação de ordens e planejamento de contra-ataques, tudo de forma estruturada e ordenada, bem como com absoluto comprometimento à facção.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), pediu, durante a sessão plenária desta terça-feira (2), atenção das autoridades e agilidade nas investigações em dois casos que envolvem violência contra mulher. O primeiro relato envolve uma servidora da própria Assembleia. Segundo o deputado, ela foi abordada por um policial militar na saída de uma festa. O homem, aparentemente alcoolizado e já expulso do local por importunar outras mulheres, não aceitou a negativa da vítima e, ao descobrir que ela estava com o namorado, reagiu com um disparo de arma de fogo. O tiro não a atingiu. Max disse que a Assembleia irá solicitar providências formais à Polícia Militar. Para ele, não se trata apenas de proteger uma servidora, mas de reafirmar que nenhum tipo de agressão contra a mulher pode ser tolerado. “Não é só indignação. É uma resposta que precisa ser dada. Uma mulher dizer ‘não’ nunca pode ser motivo para ameaça, muito menos para violência”, declarou. O segundo caso citado ocorreu em Paranatinga, em que uma menina de apenas sete anos foi vítima de abuso sexual durante uma visita à casa da avó. Mesmo com a gravidade da denúncia, a Polícia Civil, segundo o parlamentar, ainda não adotou as medidas necessárias para responsabilizar o suspeito, o que gerou revolta na comunidade local. Diante disso, Max informou que a Procuradoria da Assembleia será acionada para cobrar explicações e providências tanto da Polícia Civil quanto do Judiciário. Ele defendeu que a apuração do caso precisa avançar com a seriedade e urgência que a situação exige. "A Assembleia vai acompanhar cada passo dessas investigações e seguir cobrando justiça. Proteger mulheres e crianças é um dever que vai além dos discursos, é uma responsabilidade que precisa ser assumida com firmeza por todos os poderes", disse. Em 2020, o deputado propôs a Lei nº 11.100/2020, que obriga bares, restaurantes e casas noturnas a adotarem medidas de auxílio às mulheres que se sintam em situação de risco.

Operação Yang, deflagrada na manhã desta quinta-feira (3) pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia de Sorriso, cumpre 27 ordens judiciais com alvo em lideranças de uma facção criminosa estruturada que atuavam na expansão territorial da organização em Sorriso e região. Conforme a Polícia Civil, são cumpridos na operação, 21 mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão domiciliar e quebras de sigilos decretados pela 5ª Vara de Sinop com base nas investigações da Polícia Civil. Entre os alvos estão investigados dos municípios de Sorriso, Nova Canaã do Norte, Cáceres, Várzea Grande, Santa Inês (MA), Belém (PA), São José dos Pinhais (PR) e nas cidades de Osasco e São Paulo (SP). As investigações conduzidas pela GCCO iniciaram em 2024 com objetivo de identificar integrantes de uma facção criminosa que passou a atuar e buscar a expansão em Sorriso e região, após a desarticulação de outra organização criminosa, alvo da Operação Recovery, deflagrada pela Polícia Civil, no ano de 2023. Diante das diversas prisões realizadas na operação, os membros da facção rival perceberam a janela de oportunidade para ocupar o vácuo de ações criminosas na região. A operação contou com apoio das Delegacias Especializadas de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) do Pará e Maranhão, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo, do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) do Paraná, além das Delegacias de Polícia de Sorriso e Cáceres. Estrutura da facção A investigação aponta que a facção criminosa era altamente estruturada com divisão de tarefas e hierarquia clara (por meio de Regionais, cargos e funções), objetivando vantagens ilícitas através de práticas penais graves como homicídios, tráfico de drogas e sequestros. A estrutura contava com a ocupação de cargos específicos como “Geral do Estado”, “Coringa Geral”, “Hórus”, “Regionais”, “Disciplina”, “14”, “missionário”, “irmão”, “companheiro” (CP) e “família” (FML), sendo cada função responsável por atribuições operacionais ou disciplinares dentro da estrutura da organização criminosa. O controle dos integrantes e das atividades da facção criminosa era mantido por meio de uma lista denominada “Tabuleiro de Numerada”. Através das investigações, evidenciou-se que a lista funcionava como instrumento de gestão interna da organização criminosa, contendo cadastros organizados por nomes, vulgos, regionais e aplicativos usados pelos faccionados, permitindo controle e atualização constante. Os integrantes da organização criminosa utilizavam símbolos próprios, expressões codificadas e difusão de estatuto e cartilhas para padronização da conduta e coesão interna, expansão territorial e supremacia da facção criminosa armada sobre facções rivais, especialmente sobre o grupo criminoso, que comandava a região anteriormente e que foi alvo da Operação Recovery. Interações criminosas As investigações apontaram que os integrantes da facção criminosa tratavam diversos assuntos relacionados à atuação do grupo, sendo palco para discussões que abrangiam desde a execução de homicídios de rivais (mencionados como lixos), sequestros, tráfico de drogas, aquisição e exibição de armas de fogo (ferros), além da divulgação de vídeos com imagens de cadáveres de inimigos, como forma de exaltação e intimidação. Além disso, também tratavam da proteção de familiares, disseminação de ordens e planejamento de contra-ataques, tudo de forma estruturada e ordenada, bem como com absoluto comprometimento à facção. Segundo o delegado da GCCO, Antenor Pimentel, a Polícia Civil acompanha de forma sistemática a dinâmica das facções criminosas, atuando com inteligência e firmeza. A maioria dos investigados nesta operação já se encontram presos, fruto da atuação excepcional das forças de segurança de Sorriso no auge da guerra entre facções, que resultou na expressiva queda dos índices criminais. “Agora, com a operação, a GCCO busca agregar novas penas aos faccionados, prolongando seu tempo de encarceramento e garantindo que a tranquilidade conquistada seja mantida. O Estado não será desafiado e quem tentar ocupar esse espaço com violência encontrará resposta à altura”, completou o delegado. Operação Yang O nome da operação faz referência à luz e à ação, simbolizando a resposta do Estado à atuação clandestina da facção criminosa, que coordenava ataques e assassinatos de integrantes de facções rivais. A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

O Mercosul anunciou nesta quarta-feira (2) a conclusão das negociações do acordo de livre comércio com a EFTA (Associação Europeia de Livre Comércio), bloco integrado por Noruega, Suíça, Islândia e Liechtenstein. O acordo deve gerar um mercado de aproximadamente 290 milhões de consumidores e PIB (Produto Interno Bruto) de mais de US$ 4,3 trilhões. A expectativa, agora, é que os dois blocos assinem em definitivo o acordo ainda este ano. Segundo o governo federal, considerados os universos agrícola e industrial, o acesso em livre comércio de produtos brasileiros aos mercados da EFTA chegará a quase 99% do valor exportado. Além disso, o acordo pode conferir acesso preferencial à quase totalidade dos mercados europeus, quando considerado em conjunto com o Acordo Mercosul-União Europeia, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também pretende concluir até o fim do ano. De acordo com o governo brasileiro, em 2024 o Brasil exportou US$ 3,1 bilhões e importou US$ 4,1 bilhões em bens da EFTA. Para o Itamaraty, o acordo contribuirá para a diversificação do comércio do Mercosul, ao ampliar oportunidades comerciais nos mercados dos países da EFTA. Os países do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo. A Suíça é o décimo primeiro maior investidor estrangeiro direto no Brasil, com estoque de US$ 30,5 bilhões, e a Noruega é o principal doador do Fundo Amazônia, com contribuições da ordem de R$ 3,4 bilhões.

O Projeto de lei que prevê o congelamento dos valores do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) foi encaminhado para a Assembleia Legislativa, pelo Governo de Mato Grosso, nesta quarta-feira (2). O texto propõe uma mudança na periodicidade dos valores cobrados aos produtores rurais. Na legislação em vigor hoje, o imposto é corrigido em janeiro e julho, conforme os valores vigentes da Unidade de Padrão Fiscal (UPF) para os respectivos meses, referentes ao mesmo ano. Com o projeto, a correção da contribuição do Fethab cobrada entre janeiro e junho considerará o valor da UPF de julho do ano anterior; e de julho a dezembro, o fundo estadual levará em consideração a unidade de padrão fiscal de janeiro do mesmo ano. A UPF é atualizada mensalmente pelo governo e serve como indexador para diversos cálculos na área fiscal do Estado. O projeto de lei segue para discussão e votação entre os deputados estaduais. Se aprovado, volta para ser sancionado pelo governador Mauro Mendes.

Prefeituras e universidades estão com inscrições abertas para seletivos com oportunidades em diversas áreas, como educação, saúde e agronomia em todo Mato Grosso. As vagas são para contratos temporárias, efetivos e professores substitutos, com cargos para todos os níveis de escolaridade. Os salários podem variar de R$ 3 mil a R$ 8 mil. Confira a lista de oportunidades: Conselho Regional de Administração de Mato Grosso (CRA-MT) Vagas: 4 e cadastro reserva Cargos: Assistente Administrativo (2 vagas); Profissional da Administração (2 vagas). Salário: R$ 2.169,65 a R$ 3.143,37 Inscrições: 30 de junho a 11 de agosto Edital: aqui Taxa: R$ 46,00 a R$ 80,00. Prefeitura de Novo São Joaquim Vagas: 31 e cadastro reserva Cargos: Motorista (5 vagas); Agente de Serviços Gerais (6 vagas); Bioquímico/Farmacêutico (1 vaga); Psicólogo (1 vaga); Enfermeiro (1 vaga); Agente de Serviços Gerais (faxineira) (3 vagas); Professor de Educação Física (1 vaga); Operador de Escavadeira Hidráulica (2 vagas); Operador de Motoniveladora (2 vagas); Operador de Retroescavadeira (2 vagas); Cuidador de Idoso (2 vagas); Merendeira (2 vagas); Cozinheira (2 vagas) Lavadeira/Passadeira (1 vaga). Salário: R$ 1.518,00 a R$ 5.585,75 Inscrições: 7 a 28 de julho Edital: aqui Taxa: Não informado. Câmara de Poxoréu Vagas: 6 Cargos: Assessor Jurídico Legislativos (1 vaga); Agente de Apoio (1 vaga); Agente Administrativo (3 vagas); motorista (1 vaga). Salário: R$ 2.272,99 a R$ 7.463,60. Inscrições: 1º a 20 de julho Edital: aqui Taxa: R$ 60,00 a R$ 100,00. Prefeitura de Confresa Vagas: 106 e cadastro reserva Cargos: Agente de Fiscalização Sanitário (1 vaga); Agente Operacional/Motorista da Saúde (9 vagas); Apoio de Serviços a Saúde/Cozinheira (4 vagas); Apoio de Serviços a Saúde/Lavadeira (1 vaga); Apoio de Serviços a Saúde/Limpeza Predial (10 vagas); Apoio de Serviços a Saúde/Vigilância Patrimonial (2 vagas); Assistente da Saúde/Atendente de Consultório Dentário (3 vagas); Assistente da Saúde/Maqueiro Hospitalar (1 vaga); Assistente da Saúde/Recepcionista (9 vagas); Assistente Social (2 vagas); Educador Físico (1 vaga); Enfermeiro (6 vagas); Farmacêutico (2 vagas); Farmacêutico/Bioquímico (2 vagas); Fisioterapeuta (6 vagas); Fonoaudiólogo (1 vaga); Nutricionista (1 vaga); Odontólogo (3 vagas); Psicólogo (2 vagas); Técnico da Saúde/Enfermagem (37 vagas); Técnico da Saúde/Radiologia (3 vagas). Salário: R$ 1.518,00 a R$ 6.872,79 Inscrições: 1º a 20 de julho Edital: aqui Taxa: R$ 60,00 a R$ 100,00. Prefeitura de Colíder Vagas: 56 e cadastro reserva Cargos: Professor - Licenciatura em Pedagogia (53 vagas); Professor - Licenciatura em Computação (1 vaga); Professor - Licenciatura em Letras/Inglês (2 vagas). Salário: R$ 4.222,34. Inscrições: 30 de junho a 15 de julho Edital: aqui Taxa: Não informado. Prefeitura de Cotriguaçu Vagas: 2 e cadastro reserva Cargos: Médico Veterinário (1 vaga); Psicólogo (1 vaga); Apoio Operacional; Odontólogo; Apoio Administrativo Educacional; Apoio Administrativo. Salário: R$ 1.518,00 a R$ 5.031,84 Inscrições: 7 a 15 de julho Edital: aqui Taxa: Não informado. Prefeitura de Água Boa Vagas: Cadastro reserva Cargos: Secretaria de Ação Social: Visitador; Atendente; Motorista; Educador Físico; Escola Agrovila Central: Apoio Administrativo Educacional Nutrição; Apoio Administrativo Educacional Infraestrutura; Professor de Letras; Professor de Matemática; Professor Pedagogia; Escola do Campo Jandira: Apoio Administrativo Educacional Nutrição; Apoio Administrativo Educacional Infraestrutura; Apoio Administrativo Educacional Vigia; Professor de Letras; Professor de Matemática; Professor Pedagogia; Escola Antonio Eduardo Pinheiro: Apoio Administrativo Educacional Infraestrutura; Apoio Administrativo Educacional Vigia (5 vagas); Professor Pedagogia; Escola Bom Princípio: Apoio Administrativo Educacional Nutrição; Apoio Administrativo Educacional Infraestrutura; Apoio Administrativo Educacional Vigia; Professor de Letras; Professor de Matemática; Professor Pedagogia; Técnico em Desenvolvimento Infantil; Sede Urbana Rede de Ensino: Apoio Administrativo Educacional Vigia; Técnico em Desenvolvimento Infantil. Edital nº 01/2025 - Processo Seletivo Público: Agente Comunitário de Saúde. Salário: R$ 1.635,48 a R$ 7.302,06. Inscrições: 3 a 9 de julho Edital: aqui Taxa: Sem taxa. Prefeitura de Serra Nova Dourada Vagas: 42 Cargos (Edital nº 01/2025, Prefeitura Municipal): AAE - Transporte Escolar (6 vagas); Agente Administrativo (3 vagas); Agente de Combate de Endemias; Assistente Social (1 vaga); Auxiliar de Serviços Gerais (Secretaria de Obras) (2 vagas); cozinheira (SMAS) (1 vaga); Engenheiro Civil (1 vaga); enfermeiro (1 vaga); fisioterapeuta (1 vaga); gari (2 vagas); Fiscal Sanitário (1 vaga); motorista (3 vagas); nutricionista (1 vaga); Operador de Máquinas (3 vagas); Professor de Educação Infantil; Professor Pedagogo (1º ao 5º Ano); Professor Psicopedagogo (1 vaga); psicólogo (1 vaga); Técnico em Radiologia (1 vaga); Técnico de Desenvolvimento Infantil (6 vagas); Técnico em Eletricista (1 vaga); tesoureiro (1 vaga); Cargos (Edital nº 01/2025, Câmara Municipal): Agente de Contratação (1 vaga); Auxiliar de Serviços Gerais (1 vaga); motorista (1 vaga); recepcionista (1 vaga); tesoureiro (1 vaga). Salário: R$ 1.534,23 a R$ 5.365,85 Inscrições: 5 de junho a 7 de julho. Edital: aqui Taxa: R$ 40,00 a R$ 120,00. Prefeitura de Nova Nazaré Vagas: 42 e cadastro reserva Cargos: Professor Indígena. Salário: R$ 3.645,25 Inscrições: 21 de junho a 5 de julho Edital: aqui Taxa: Não informado. Prefeitura de Nova Nazaré Vagas: 9 e cadastro reserva Cargos: Professor com licenciatura em Pedagogia (8 vagas); Professor Informática com licenciatura plena em Pedagogia ou licenciado em áreas afins e curso de informática (1 vagas). Salário: R$ 5.468,28. Inscrições: 20 de junho a 4 de julho Edital: aqui Taxa: Não informado.