Perto do 1º turno, veja o que é proibido a partir de hoje

Gazeta • 1 de outubro de 2026

A poucas horas do primeiro turno das Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início à etapa mais rigorosa do calendário eleitoral. Entre a proibição de comícios e o veto ao impulsionamento de conteúdos digitais, as campanhas enfrentam um verdadeiro cerco legal.

 

O descumprimento das normas não só compromete a lisura do pleito, como pune candidatos, coligações e plataformas as sanções financeiras severas e até à perda de registro ou mandato. O aperto das regras começa nesta quinta-feira, 1º de outubro, limite para a realização de comícios e o uso de aparelhagem de som fixa (permitidos entre 8h e 24h, com extensão de duas horas apenas para a festa de encerramento).

 

O dia marca também o fim dos debates no rádio e na TV, autorizados até as 7h de 2 de outubro, e o encerramento da propaganda paga na internet. Nesse ponto, a responsabilidade recai diretamente sobre os provedores, que devem interromper o impulsionamento até 5 de outubro.

 

Na sexta-feira (2), esgota-se o prazo para propaganda em jornais impressos e a reprodução digital das edições. Já na véspera da eleição, sábado (3), concentra restrições operacionais nas ruas. Das 8h às 22h, é permitido o uso de amplificadores de som, passeatas e entrega de panfletos, desde que observada a distância mínima de 200 metros de prédios públicos, hospitais, escolas, igrejas e tribunais.

 

A data marca ainda a proibição do transporte de armas e munições por caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) em todo o território nacional até o dia seguinte ao pleito.

 

Especialistas alertam que o descumprimento de prazos e normas de propaganda sujeita os infratores a multas expressivas e representações por propaganda irregular ou abuso de poder.

 

No domingo da votação (4/10), encerra-se o prazo para arrecadar recursos e contrair dívidas, salvo para a quitação de débitos anteriores.

 

Outras normas previstas é com relação à venda de bebidas alcoólicas pelo comércio, que passam a ser proibidas em alguns municípios do estado, conforme portarias do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). As restrições variam os dias e horários pelos juízes eleitorais.

 

Em cidades como São Félix do Araguaia, Novo Santo Antônio, Luciara e Alto Boa Vista, por exemplo, a comercialização ou distribuição passa a ser vedada a partir das 20hs de sábado (3) até às 18hs de domingo (4), horários de Brasília.

 

Já nos municípios de Vila Rica, Santa Terezinha e Santa Cruz do Xingu o fornecimento se restringe a apenas domingo, das 0h às 18 hs. Mirassol D'Oeste, Curvelândia, Porto Espiridião e Glória DOeste não poderão vender bebidas das 22 hs de sábado até 16h30min de domingo.

 

Outras cidades como Canabrava do Norte, Confresa, Porto Alegre do Norte, São José do Xingu, Peixoto de Azevedo, Matupá, Terra Nova do Norte, Nova Guarita, Guiratinga, São José do Povo e Tesouro também estão sob restrição da Justiça Eleitoral.

Por CNN • 19 de outubro de 2026
O agronegócio brasileiro registrou 448 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2026, uma queda de 20,7% em relação às 565 solicitações contabilizadas no mesmo período do ano passado. Os dados são de levantamento da Serasa Experian, que considera produtores rurais, pessoas físicas e jurídicas, além de empresas relacionadas à cadeia do setor. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, quando foram registrados 474 pedidos, a retração foi de 5,5%. O resultado interrompe uma sequência de altas observada nos segundos trimestres de 2023, 2024 e 2025, segundo a série histórica da empresa, iniciada em 2021. Apesar da redução, a Serasa Experian avalia que o cenário financeiro do agronegócio continua desafiador, diante de custos elevados, maior seletividade na concessão de crédito e endividamento. Para Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, a queda pode estar relacionada à sazonalidade das atividades agropecuárias, à entrada de receitas para parte dos produtores e ao avanço das renegociações com credores. “A retração nesse segundo trimestre registrada em pelo menos dois dos três perfis analisados, pode estar relacionada a um período de maior entrada de receitas para parte dos produtores, à sazonalidade das atividades agropecuárias e ao avanço de renegociações com credores”, disse. Segundo pimenta, a retração não significa necessariamente uma reversão dos problemas financeiros enfrentados pelo setor. A sustentabilidade desse movimento dependerá dos resultados dos próximos trimestres. “Ainda assim, o ambiente segue desafiador, marcado por custos elevados, crédito mais seletivo e endividamento. Por isso, é importante acompanhar se essa redução será sustentada nos próximos trimestres. A preservação do fluxo de caixa, o planejamento financeiro e a busca por alternativas de renegociação continuam sendo fundamentais, enquanto a recuperação judicial deve permanecer como último recurso”, afirma. Mato Grosso lidera pedidos Na distribuição por unidades da Federação, o Mato Grosso concentrou o maior número de pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre, com 107 solicitações, o equivalente a 23,9% do total. Goiás aparece na segunda posição, com 84 pedidos (18,8%), seguido por São Paulo, com 72 (16,1%); Minas Gerais, com 54 (12,1%); e Paraná, com 42 (9,4%). O ranking considera os pedidos feitos pelos três grupos analisados pela Serasa Experian: produtores rurais pessoas físicas, produtores rurais pessoas jurídicas e empresas relacionadas à cadeia do agronegócio. Produtores rurais pessoas físicas concentram pedidos Entre os produtores rurais que atuam como pessoas físicas, foram registrados 197 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2026, uma queda de 10,5% em relação às 220 solicitações do mesmo período de 2025. Apesar da retração, essa categoria concentrou o maior volume de pedidos entre os três perfis analisados. Mato Grosso também liderou nesse recorte, com 49 solicitações, seguido por Goiás, com 46; Minas Gerais, com 23; São Paulo, com 22; e Paraná, com 16. Na classificação por porte, produtores identificados como “sem propriedades” registraram 70 pedidos. O grupo pode incluir arrendatários e integrantes de grupos familiares ou econômicos ligados à atividade rural. Pedidos de pessoas jurídicas recuam Os produtores rurais constituídos como pessoas jurídicas registraram 160 pedidos de recuperação judicial entre abril e junho, uma queda de 34,2% em relação às 243 solicitações contabilizadas no segundo trimestre de 2025. O cultivo de soja liderou entre as atividades desse grupo, com 70 pedidos. A criação de bovinos ficou na segunda posição, com 28 solicitações. Também aparecem entre as atividades com maior número de registros o cultivo de cana-de-açúcar, com 15 pedidos; o cultivo de café, com 13; e o cultivo de cereais, com 12. Mato Grosso concentrou 54 solicitações de produtores rurais pessoas jurídicas. São Paulo registrou 28, Goiás teve 22, Minas Gerais somou 21 e Paraná contabilizou 15. Empresas da cadeia do agro registram queda As empresas relacionadas à cadeia do agronegócio somaram 91 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2026, uma redução de 10,8% em relação aos 102 registros do mesmo período do ano anterior. Os serviços de apoio à agropecuária lideraram entre os segmentos analisados, com 26 solicitações. Na sequência, aparecem a agroindústria de transformação primária, com 20 pedidos, e o comércio atacadista de produtos agropecuários primários, com 18. As empresas revendedoras de insumos agropecuários, exceto máquinas, contabilizaram outros 10 pedidos. A Serasa Experian também destaca o uso de inteligência artificial em modelos preditivos para identificar sinais de deterioração financeira no agronegócio. Uma das ferramentas é o Agro Score, desenvolvido para avaliar características específicas da atividade rural e apoiar decisões de concessão de crédito. Para Marcelo Pimenta, o uso de dados e modelos preditivos pode contribuir para uma concessão de crédito mais segura, considerando as particularidades do setor sem restringir indiscriminadamente o acesso a recursos. O executivo também ressalta a importância da preservação do fluxo de caixa, do planejamento financeiro e da renegociação de dívidas. Nesse contexto, a recuperação judicial deve continuar sendo considerada uma alternativa de último recurso. 
Por Gazeta Digital • 19 de outubro de 2026
O fim de semana em Mato Grosso foi marcado por grandes tragédias nas rodovias. Ao menos 12 pessoas morreram em diferentes acidentes de trânsito entre sábado e domingo (17 e 18). Conforme já havia noticiado, duas das ocorrências resultaram na morte de famílias, incluindo crianças. Na tarde de sábado (17), a técnica de enfermagem Luciana Pinheiro de Souza, de 46 anos, a filha dela, Kamilli Vitória Souza da Silva, de 24, e as duas netas, Sophia Vitória Souza de Matos, de 9 anos, e Manuella Vitória Souza de Matos, de apenas 1 ano, morreram em um grave acidente envolvendo um Chevrolet Prisma e uma Chevrolet Trailblazer, na BR-364, em Diamantino (208 km ao médio-norte de Cuiabá). Em Nova Brasilândia (a 223 km de Cuiabá), 5 pessoas da mesma família também morreram após uma colisão envolvendo uma carreta e um Fiat Uno. As vítimas foram identificadas como Avelino Carlos de Souza, de 33 anos, Amanda Nayara Manoel da Silva, de 29, Arthur Emanuel da Silva Fajardo, de 8, Emanuelly da Silva Fajardo, de 10, e Davi Manoel Carlos de Souza, de 2 anos. Ainda no sábado, Robson Muniz, de 39 anos, morreu após cair de uma motocicleta e ser atingido por uma caminhonete RAM na MT-351, conhecida como Estrada do Manso, em Chapada dos Guimarães (65 km de Cuiabá). No domingo (18), um motociclista ainda não identificado morreu em uma colisão frontal envolvendo uma motocicleta e uma van na MT-220, entre Sinop e Tabaporã. Segundo informações do site Só Notícias, o acidente ocorreu no quilômetro 30 da rodovia. As causas da batida não foram divulgadas, e o motociclista morreu ainda no local. Também no domingo, o estudante de Agronomia Jhonatan Cesar da Silva Ronda morreu após a caminhonete Ford Ranger em que estava capotar na MT-247, em Barra do Bugres (168 km ao médio-norte de Cuiabá). O acidente ocorreu na altura do quilômetro 208, a aproximadamente 33 quilômetros do perímetro urbano do município. Dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), acendem um alerta sobre os números de ocorrência nas rodovias federais de Mato Grosso. Somente de janeiro a julho foram registrados 1.526 acidentes e 139 mortes. Em todo o ano de 2025, foram 2.636 acidentes, 243 mortes e 2.835 pessoas feridas.
Por RepórterMT • 19 de outubro de 2026
Nova pesquisa do instituto PoderData, realizada em parceria com o Aya Bancah e divulgada hoje (19), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial para o segundo turno das eleições de 2026. Nos votos válidos, o candidato da direita aparece com 52%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%.  O levantamento aponta uma nova oscilação no cenário da disputa nacional. Após o primeiro turno realizado em 4 de outubro, Flávio abriu vantagem na primeira rodada de pesquisas desta fase, mas viu a distância cair na semana passada, quando os dois candidatos registraram empate técnico com 50% das intenções de voto cada. Agora, o candidato do PL retoma a dianteira com uma margem de quatro pontos percentuais. A campanha do candidato do PL intensificou as agendas de rua nos últimos dias com atos públicos em capitais como São Paulo, Salvador e Vitória, além de posturas mais críticas nas inserções de rádio, televisão e internet. Do lado petista, a estratégia envolveu grandes atos de mobilização popular e forte presença digital impulsionada por apoiadores, embora o esforço não tenha impedido a variação desfavorável nos índices gerais de intenção de voto. Na divisão demográfica dos votos totais, o atual presidente mantém preferência em redutos tradicionais e entre determinados grupos do eleitorado, registrando 51% das intenções de voto entre as mulheres e 61% na região Nordeste. Por outro lado, Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho nas regiões Centro-Oeste e Sul, onde alcançam 60% e 62%, respectivamente, além de liderar no Sudeste com 53% das preferências. Devido a arredondamentos estatísticos, a soma de alguns resultados numéricos pode não totalizar exatamente 100%. Metodologia A pesquisa foi realizada com recursos próprios pelo PoderData/Aya, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, em parceria de divulgação com o Aya Bancah. Os dados foram coletados de 16 a 18 de outubro de 2026 por meio de ligações para celulares e telefones fixos, totalizando 3.000 entrevistas em 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com intervalo de confiança de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02586/2026 . As rodadas do levantamento apresentaram variações metodológicas no tamanho da amostra ao longo do ano; de maio a agosto foram 2.400 entrevistas (margem de 2 pontos), em setembro foram 3.000 entrevistas (margem de 1,8 ponto), e na véspera do primeiro turno, de 30 de setembro a 2 de outubro, foram aplicadas 4.000 entrevistas com margem de 1,5 ponto percentual.
Por RepórterMT • 19 de outubro de 2026
Empresários e nomes ligados ao setor produtivo de Mato Grosso somam R$ 5,65 milhões em doações registradas na lista de contribuintes da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). De acordo com o Divulgacand, portal de divulgação de candidaturas e contas eleitorais, 11 nomes, incluindo representantes de atividades relacionadas ao agronegócio, à indústria e ao setor imobiliário, fizeram doações que variam de R$ 100 mil a R$ 2 milhões. O maior valor é de Elói Vitório Marchett , empresário do agro e sogro do deputado federal Fábio Garcia (União), que destinou R$ 2 milhões à campanha, em duas transferências de R$ 1 milhão cada. Em seguida, aparece Nelson José Vigolo , ligado ao Grupo Bom Jesus Agropecuária, com uma doação de R$ 1,1 milhão. Também figuram na lista de doadores os empresários do agro Elizeu Zulmar Maggi Scheffer e Carolina Mognon Scheffer , com R$ 500 mil cada. Velbster Artur Saldanha Birtche , também empresário do agronegócio, aparece com R$ 500 mil. Charles Wurzius contribuiu com R$ 260 mil.  Entre os demais doadores de Mato Grosso estão José Mikhael Maluf Neto , do setor imobiliário, com R$ 250 mil; Wagner Córdova Vieira , ligado ao agronegócio, com R$ 200 mil; Leandro Wurzius e Marcos Wurzius , também do setor, com R$ 120 mil cada; e Rita de Cássia Fachinetto , igualmente ligada ao agro, com R$ 100 mil. Somadas, as contribuições desses 11 nomes chegam a R$ 5,65 milhões. Flávio Bolsonaro disputa o segundo turno das eleições presidenciais com o presidente Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição. No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio terminou à frente, com aproximadamente 56,1 milhões de votos, equivalentes a 47,03% dos votos válidos. Lula recebeu cerca de 53,9 milhões, ou 45,16%.
Por RepórterMT • 18 de outubro de 2026
Robson Muniz, de 39 anos, morreu na tarde desse sábado (17) após ser atingido por uma caminhonete enquanto estava na garupa de uma motocicleta na MT-351, conhecida como Estrada do Manso, em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá). A condutora da moto não tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e testou positivo para consumo de álcool. O acidente ocorreu por volta das 14h30. Segundo informações apuradas pela Polícia Civil no local, a motocicleta Shineray Shi 175 seguia da estrada do Malai em direção à rodovia quando teria invadido a pista por onde trafegava uma caminhonete RAM. O motorista da caminhonete tentou frear e desviar da motocicleta, mas não conseguiu evitar o atropelamento. Durante a manobra, Robson, que estava na garupa, pulou da moto e acabou atingido pela caminhonete. A condutora da motocicleta não se feriu.  Submetida ao teste do bafômetro, a motociclista apresentou resultado de 0,56 miligrama de álcool por litro de ar expelido, confirmando a presença de álcool no organismo. O motorista da caminhonete fez o mesmo teste, com resultado negativo de 0,00 mg/l. A condutora foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Chapada dos Guimarães, onde foram tomadas as providências cabíveis.
Por Gazeta Digital • 18 de outubro de 2026
O governador Otaviano Pivetta acompanhou, nesta sexta-feira (16), a chegada de 62 novas viaturas destinadas às forças de segurança de Mato Grosso. Os veículos fazem parte de uma aquisição de 250 unidades, com investimento total de R$ 75,4 milhões. A frota total das forças de segurança de Mato Grosso passou de aproximadamente 700 veículos, em 2019, para 2,9 mil em 2025, considerando veículos próprios e alugados. A aquisição integra a estratégia do Governo de Mato Grosso de ampliar a frota própria do Estado, com foco na redução de custos, na qualidade dos veículos e na melhor aplicação dos recursos públicos. “Estamos ampliando a frota própria do Estado para equipar nossas forças de segurança. Queremos economizar recursos públicos, melhorar a qualidade dos veículos e garantir que o dinheiro do povo mato-grossense seja bem aplicado”, afirmou o governador. As 250 viaturas serão destinadas à Polícia Militar, à Polícia Judiciária Civil, ao Corpo de Bombeiros Militar, à Politec e ao Grupo Especial de Fronteira (Gefron), com distribuição entre unidades da Capital e do interior do Estado.
Por Gazeta Digital • 18 de outubro de 2026
Um homem morreu durante troca de tiros com policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) na manhã desse sábado (17), na zona rural de Pontes e Lacerda (448 km a oeste de Cuiabá). Na ação, foram apreendidos cerca de 237 quilos de drogas, 3 armas de fogo e dois veículos. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 2,9 milhões. Conforme o boletim de ocorrência, por volta das 05h agentes no âmbito das operações Protetor das Fronteiras e Faro montaram um bloqueio em uma estrada vicinal, quando ocupantes de uma Fiat Strada e de um Volkswagen Gol atiraram eles. Os policiais se abrigaram e revidaram a injusta agressão. Durante o confronto alguns dos criminosos foram atingidos, eles foram socorridos e encaminhados ao Hospital Santa Casa Vale do Guaporé, porém um deles não resistiu e morreu. Durante as buscas nos veículos, os agentes encontraram 100 tabletes de substância análoga à cocaína, com peso aproximado de 109 quilos, e 119 tabletes de maconha, totalizando cerca de 128 quilos. Também foram apreendidos uma pistola, calibre .380 e dois revólveres, de calibres.38 e .22. O material estava nos dois veículos utilizados pelos suspeitos. Um dos envolvidos relatou aos policiais que o grupo receberia R$ 15 mil pelo transporte dos entorpecentes até Pontes e Lacerda. Conforme a ocorrência, os suspeitos possuem antecedentes criminais por tentativa de homicídio e roubo. O valor total dos materiais apreendidos, incluindo drogas, armas e veículos, foi estimado em R$ 2.909.982. O caso foi registrado e será investigado pela Polícia Civil.
Por RepórterMT • 18 de outubro de 2026
O empresário do agronegócio Elói Vitório Marchett abriu o bolso e destinou R$ 2 milhões à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). O aporte o coloca como o maior doador pessoa física do candidato, conforme levantamento nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) gerados neste sábado (17).  Foram duas transferências eletrônicas de R$ 1 milhão, ambas na quinta-feira (15). A campanha informou os recebimentos à Justiça Eleitoral na sexta-feira (16). Os valores estão registrados como recursos de pessoa física para o segundo turno. Com trajetória no setor de sementes em Rondonópolis, Marchett é sogro de Fábio Garcia (União). O reforço milionário chega à campanha de Flávio na reta final da disputa pela Presidência.
Por Ascom • 17 de outubro de 2026
Com a colheita do algodão concluída nas propriedades de Mato Grosso, o setor produtivo concentra esforços nas medidas de proteção sanitária para o período de entressafra. Entre 4 e 10 de outubro, os agricultores intensificaram os trabalhos de manejo pós-colheita e preparação das áreas para o vazio sanitário, conforme relatório do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt), ligado à Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em parceria com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Enquanto as algodoeiras aceleram o processamento final da pluma, nas lavouras o foco está na eliminação dos restos culturais. As medidas incluem a retirada dos rolinhos remanescentes, a destruição completa das soqueiras e o controle de plantas voluntárias, etapas fundamentais para reduzir os riscos fitossanitários entre as safras. Leia também - Sebrae/MT leva quatro marcas de Mato Grosso ao São Paulo Fashion Week 2026 Para conter a proliferação do bicudo-do-algodoeiro durante o período de interrupção do cultivo, as equipes também intensificaram a instalação de armadilhas e tubos mata-bicudo nas bordas dos talhões. As ações buscam eliminar possíveis focos da praga e preservar as condições sanitárias das áreas para os próximos ciclos produtivos. Semeadura da soja alcança um terço da área prevista Paralelamente à conclusão dos trabalhos no algodão, o plantio da soja 2026/27 avançou em Mato Grosso. A semeadura alcançou 33,28% da área prevista, com avanço de 23 pontos percentuais em uma semana. Favorecido pela maior regularidade das chuvas, o ritmo está 12 pontos percentuais acima do registrado no mesmo período da safra passada. O avanço é puxado pelas regiões Médio-Norte e Oeste. No Noroeste, o plantio nas áreas destinadas à sucessão com o algodão de segunda safra está praticamente concluído. Ainda assim, a distribuição irregular das chuvas exige acompanhamento dos produtores em algumas localidades para garantir condições adequadas ao desenvolvimento das lavouras. Com a colheita do algodão encerrada, o processamento da fibra na reta final e a semeadura da soja em ritmo acelerado, Mato Grosso avança na transição entre os ciclos agrícolas. O momento exige atenção tanto ao manejo fitossanitário das áreas de algodão quanto às condições de desenvolvimento da nova safra de grãos.
Por Ascom • 17 de outubro de 2026
Após uma sequência de quedas, o índice de endividamento das famílias em Cuiabá subiu de 83,5% em agosto para 83,9% em setembro, registrando a segunda alta consecutiva. O levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou, ainda, que mais de 210 mil famílias estão endividadas na capital. Os dados apurados pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) também mostram que 46,2% dos entrevistados se consideram pouco endividados, enquanto apenas 8% se declaram muito endividados. Segundo o presidente da Fecomércio-MT, Sebastião Gonçalves, o Tião da Zaeli, o elevado percentual de famílias endividadas demonstra a importância do crédito na gestão do orçamento doméstico. “A evolução do indicador mostra que o crédito continua desempenhando papel relevante na organização financeira das famílias cuiabanas, seja para antecipar o consumo ou para administrar despesas ao longo do tempo”. Inadimplência recua, mas famílias ainda enfrentam dificuldades para pagar dívidas Apesar do aumento do endividamento, o percentual de famílias inadimplentes caiu de 16,3% em agosto para 15,5% em setembro. O cartão de crédito continua sendo a principal modalidade de dívida, citada por 87,5% dos entrevistados. Em números absolutos, cerca de 39 mil famílias disseram ter contas em atraso. Sobre o resultado, Tião da Zaeli avalia que “a redução das famílias com dívidas atrasadas representa um sinal favorável para a capacidade de pagamento, embora a parcela que não espera conseguir quitar seus débitos ainda revele a existência de restrições financeiras relevantes”. Entre as famílias cuiabanas, 6,4% afirmaram que não conseguirão quitar as contas em atraso, percentual ligeiramente inferior aos 6,5% registrados em agosto. Ao analisar esse indicador, o presidente da Fecomércio-MT destacou a dificuldade de parte das famílias em regularizar as dívidas e equilibrar o orçamento doméstico. “O percentual de famílias que não terão condições de quitar integralmente os débitos em atraso evidencia que o principal desafio não está apenas no acesso ao crédito, mas na capacidade de transformar renda corrente em pagamento das obrigações acumuladas.” Dívidas de longo prazo podem influenciar decisões de consumo Em relação ao tempo de permanência no endividamento, 39,1% dos entrevistados informaram estar nessa situação há mais de um ano. Outros 34,1% disseram ter dívidas há um período de três a seis meses, enquanto 16,8% relataram estar endividados há até três meses. Já 9,3% afirmaram estar nessa condição há um período de seis meses a um ano. Conforme análise do IPF-MT, a permanência prolongada no endividamento indica que, para uma parcela das famílias, o comprometimento financeiro vai além de uma dificuldade pontual e pode influenciar as decisões de consumo por períodos mais longos.