Wellington admite não ter apoio de Abilio e Flávia Moretti e alega pressão

RepórterMT • 22 de julho de 2026

O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), admitiu hoje (22), durante convenção partidária, que não conta com o apoio declarado de dois dos principais nomes do partido no Estado: a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL). Apesar da ausência de um posicionamento público dos gestores em favor de sua candidatura, Fagundes afirmou compreender a decisão de ambos de não participarem da campanha.


Segundo o senador, os prefeitos precisam priorizar a administração das cidades e a busca por recursos, independentemente das alianças políticas firmadas durante o período eleitoral.


A declaração indica que Moretti e Abilio mantêm diálogo com o Governo do Estado e com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que também é pré-candidato à reeleição e deve ter o nome homologado em convenção partidária no próximo dia 4 de agosto.


“Eu tenho que compreender que os prefeitos vivem sob pressão, porque a demanda da base é muito grande por recurso, então ele tem que depender sim de buscar recurso aonde tiver”, disse Fagundes.


À imprensa, o senador afirmou ainda que não pretende exigir que prefeitos do PL participem de atos de campanha ou subam em palanques, destacando que os gestores têm compromissos administrativos com toda a população, inclusive com eleitores que não apoiaram suas candidaturas.


“Agora, no momento da campanha, não queremos que os prefeitos tenham a obrigação de sair nos palanques. Eles já cumpriram a missão deles e eles têm que cumprir a missão agora, porque eles não foram eleitos só por quem votou neles, eles têm que cuidar da cidade como um todo”.


Fagundes também reforçou que a responsabilidade pela campanha deve ficar concentrada nos candidatos e integrantes da chapa, como o deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros e o candidato a suplente Odílio Balbinotti, deixando a participação dos prefeitos como uma decisão pessoal.


“Campanha cabe a mim, cabe ao Medeiros, cabe ao Odílio, cabe aos candidatos fazerem. Se o prefeito puder ir, ótimo. Agora, nós não vamos obrigar”, ressaltou.


Em outras ocasiões, o prefeito Abilio Brunini afirmou que pode não declarar apoio a Fagundes. Mas, apesar da relação de amizade com Pivetta, disse que não pretende ser "traíra" com seu partido.


Já Flávia Moretti não declarou oficialmente apoio à reeleição de Pivetta, mas tem demonstrado afinidade com o governador e vem trabalhando ao lado dele na busca por soluções para problemas de Várzea Grande, como a falta de água.


Por outro lado, outros prefeitos do PL, como Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, e Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis, já declararam apoio a Pivetta, em vez do correligionário Wellington Fagundes.


Ainda durante a convenção do partido, o presidente regional da sigla, Ananias Filho, descartou a adoção de punições rigorosas ou a expulsão de prefeitos filiados que optarem por não apoiar a candidatura de Fagundes ao Governo. 

Por Gazeta Digital 23 de julho de 2026
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) escolheu os juízes Agamenon Alcântara Moreno Júnior e Antônio Horácio da Silva Neto como os novos desembargadores da Justiça estadual. A escolha foi realizada nesta quinta-feira (25), em sessão do pleno do tribunal. Os dois magistrados foram escolhidos para ocupar as vagas abertas com as aposentadorias de Dirceu dos Santos e Maria Erotides Kneip, ocorridas neste ano. O novo desembargador Agamenon Alcântara Moreno Júnior foi eleito com 31 votos pelo critério de merecimento. Até a eleição, ele era o titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande. Agamenon Alcântara é natural de Cuiabá e se formou pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992. Tornou-se magistrado em 1996, pelo estado de Roraima. Três anos depois, foi aprovado em concurso público em Mato Grosso. A eleição por merecimento tem como objetivo a promoção de juízes de primeiro grau como forma de recompensa pelo desempenho na função. São levados em consideração critérios como produtividade, agilidade, aperfeiçoamento contínuo e conduta ética. Na sequência, na eleição pelo critério de antiguidade, o tribunal elegeu o juiz Antônio Horácio da Silva Neto como seu novo integrante. A escolha foi tomada por unanimidade, já que nenhum dos desembargadores votantes se manifestou contrário à sua indicação para o cargo. Antônio se formou em Direito em 1990, pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Em 1991 foi aprovado em concurso do Ministério Público de Rondônia, mas se mudou para Cuiabá após aprovação em concurso para magistrado, em 1995. Até então, ele era o titular da 2ª Vara Criminal e do 3º Juizado Especial Cível. A cerimônia de posse deverá ser realizada nesta sexta-feira (24), em horário que será definido conforme a disponibilidade dos novos desembargadores. É esperada a presença das principais autoridades do estado, como o governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Por Gazeta Digital 23 de julho de 2026
Um bebê foi encontrado dentro da lixeira do condomínio Chapada do Poente, localizado em Várzea Grande, na manhã desta quinta-feira (23). De acordo com as primeiras informações, trabalhadores do condomínio localizaram a criança durante o expediente e acionaram o Corpo de Bombeiros. A equipe foi até o local e confirmou o fato. A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que irá realizar os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do caso. Até o momento, não há informações sobre a identidade da mãe ou sobre as circunstâncias em que o feto foi abandonado. O caso deverá ser investigado pelas autoridades. 
Por RepórterMT 23 de julho de 2026
Entre janeiro e junho deste ano, 19,6 gigawatt-hora (GWh) de energia consumida em Mato Grosso não passaram pelos sistemas de medição, em razão de furtos e fraudes na rede elétrica. O volume equivale ao consumo médio de cerca de 90 mil residências durante 30 dias, o suficiente para abastecer uma cidade inteira por um mês, considerando o perfil de consumo da região Centro-Oeste.  O número é fruto de um trabalho técnico contínuo: sempre que uma irregularidade é identificada, as equipes da distribuidora estimam quanto de energia foi consumido sem registro durante todo o período em que a fraude esteve ativa. O cálculo considera critérios técnicos como o tipo de ligação irregular, a carga instalada no local e o tempo estimado de duração da fraude. Por trás da estatística, existem riscos concretos para quem vive perto dessas ligações. Instalações fraudadas são feitas sem critério técnico ou de segurança, o que eleva o risco de choques elétricos, incêndios e quedas de energia que afetam toda a vizinhança e não apenas o imóvel irregular. É por isso que cada ocorrência localizada exige das equipes técnicas não só a regularização do ponto, mas um trabalho permanente de vistoria e prevenção na rede. "Quando identificamos uma fraude, não recuperamos apenas uma medição. Restabelecemos a segurança da instalação e a confiabilidade da rede elétrica. A estimativa do consumo não registrado permite mensurar a energia que deixou de ser registrada e mostrar o tamanho desse crime no estado" , afirma Maria Luisa Xavier, supervisora de Combate a Perdas da Energisa Mato Grosso. A prática também tem consequência jurídica direta: o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal, com pena prevista de até quatro anos de reclusão, além da obrigação de arcar com os valores do consumo não faturado. Combater esse tipo de irregularidade depende também de quem convive com ela de perto. Moradores que identificarem ligações clandestinas ou outros sinais de fraude podem denunciar de forma anônima pelos canais oficiais da concessionária ou das forças de segurança (190, 181 ou 197).
Por MídiaNews 23 de julho de 2026
Com o início da temporada de convenções partidárias na segunda-feira (20), passou a ser comum ouvir que determinado político "virou candidato". A transição parece imediata, mas, do ponto de vista jurídico, o processo envolve mais etapas. Conforme o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a convenção partidária é o ato formal em que partidos e federações se reúnem para escolher os candidatos que disputarão os cargos em jogo. Além de definir os nomes, os dirigentes e delegados do partido decidem na convenção se a legenda disputará a eleição de forma isolada ou se formará uma coligação com outros partidos. Essa aliança determina o apoio conjunto nas disputas para cargos majoritários, como presidente, governador e senador. O QUE MUDA DEPOIS DA CONVENÇÃO Após a escolha, é necessário apresentar o pedido de registro à Justiça Eleitoral. Segundo o TSE, é nessa etapa que são analisados os documentos e requisitos, como idade mínima para o cargo, filiação ao partido dentro do prazo, domicílio eleitoral no local da disputa e situação regular perante a Justiça Eleitoral. A Justiça também verifica se há situações que impedem a candidatura, entre elas as previstas na Lei da Ficha Limpa. O processo exige ainda a entrega dos documentos previstos em lei, incluindo certidões criminais, declaração de bens e propostas de governo para os cargos do Executivo. Gabriela Rollemberg, advogada e cientista política, usa uma comparação para explicar a passagem de pré-candidato a candidato. "É como o ingresso em uma universidade: a convenção corresponde à aprovação no vestibular, em que o partido escolhe quem será seu representante. O registro é a matrícula perante a Justiça Eleitoral", diz. O QUE É UM PRÉ-CANDIDATO O termo pré-candidato é usado para se referir a quem manifesta a intenção de concorrer antes da escolha oficial do partido. Para Pedro Gallotti, especialista em direito eleitoral, o conceito surgiu para criar regras para a atuação de pessoas que pretendem concorrer, mas ainda não foram escolhidas em convenção. Enquanto juízes e tribunais analisam os documentos, o pedido de registro pode passar por diferentes fases. Segundo o advogado, o registro é classificado como pendente enquanto aguarda julgamento; torna-se deferido quando a Justiça o aprova; ou é indeferido quando a decisão é desfavorável. Se o registro for negado, mas o candidato recorrer, a candidatura passa à condição de indeferida com recurso, também chamada de sub judice, expressão usada quando o caso continua em análise pela Justiça. Resolução do TSE permite que o candidato faça campanha enquanto o recurso contra a negativa do registro não tiver sido julgado. Se o período oficial de propaganda já tiver começado, ele pode participar de caminhadas e comícios, aparecer no horário eleitoral gratuito e, nos casos previstos em lei, manter o nome e a foto na urna. "A lógica é preservar a igualdade de oportunidades enquanto ainda existe uma discussão judicial em andamento", diz Gabriela Rollemberg. "Se a decisão for revertida posteriormente, o candidato não terá sido privado de participar da disputa em condições de igualdade." A candidatura também pode ser substituída depois da convenção. Isso pode ocorrer em casos como renúncia, morte, negativa ou cancelamento do registro. A direção nacional do partido também pode anular decisões de uma convenção local que tenham desrespeitado as regras da legenda. Ainda de acordo com Rollemberg, se o candidato disputar a eleição enquanto o registro estiver sendo discutido e a Justiça Eleitoral confirmar posteriormente a decisão que negou o pedido, os votos recebidos poderão ser anulados. Nas eleições para presidente, governador, senador e prefeito, a decisão pode levar à realização de um novo pleito, dependendo das circunstâncias do caso. PRAZOS PARA CONVENÇÕES E REGISTROS O calendário eleitoral de 2026, estabelecido pelo TSE, fixa o período de 20 de julho a 5 de agosto para a realização das convenções partidárias. O prazo para apresentar os pedidos de registro termina às 19h de 15 de agosto. Segundo o Manual CANDex do TSE, as legendas devem enviar a ata da convenção até o dia seguinte ao encontro. Partidos, federações e coligações usam o sistema para preparar e transmitir os dados e documentos das candidaturas.
Por Gazeta Digital 23 de julho de 2026
O PSDB é o primeiro partido a oficializar apoio à pré-candidatura do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso nas eleições deste ano. A decisão, será homologada durante a convenção estadual da sigla, marcada para a próxima terça-feira (28), das 9h às 16h, em Cuiabá. Conforme apurou a reportagem, além de confirmar a aliança com Pivetta, a convenção também vai oficializar a participação do PSDB na composição da chapa majoritária que reúne Republicanos, União Progressista e Podemos. Apesar de integrar o grupo político, o partido não pretende indicar um nome para a vaga de vice-governador. A estratégia é manter o espaço em aberto para eventual composição, caso haja necessidade durante as negociações entre os partidos aliados. Nos bastidores, uma das pretensões da legenda é lançar o pastor Sena como pré-candidato ao Senado. A possibilidade, no entanto, ainda depende de discussões internas e também de entendimento entre os partidos que integram a coligação, já que parte dos tucanos já assumiu compromisso de apoiar outras candidaturas ao Senado, entre elas a do governador Mauro Mendes (União), que deve disputar uma das duas vagas. Na convenção, o PSDB também vai homologar as chapas proporcionais. A legenda fechou a nominata completa para deputado estadual, com 25 candidatos, sendo 17 homens e 8 mulheres, e terá ainda 9 candidatos à Câmara Federal, dos quais 6 homens e 3 mulheres. A chapa estadual reúne três deputados com mandato, quatro prefeitos que exercem o segundo mandato e quatro suplentes que já passaram pela Assembleia Legislativa, além de representantes de diversas regiões do estado, como Araguaia, Norte, Oeste, Baixada Cuiabana e Sul de Mato Grosso. A avaliação da direção partidária é de que a composição fortalece a expectativa de ampliar a bancada tucana na Assembleia Legislativa e disputar ao menos uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Por RepórterMT 23 de julho de 2026
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã de hoje (23), a Operação Asfixia, para cumprimento de 8 ordens judiciais contra investigados por envolvimento com o tráfico de drogas e associação criminosa nos municípios de Rondonópolis e Poxoréu (215km e 254km de Cuiabá, respectivamente). Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) – Polo Rondonópolis.  Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos entorpecentes, aparelhos celulares, dinheiro, balanças de precisão e outros materiais de interesse para a investigação, que serão submetidos à análise e integrarão o inquérito policial. A ação faz parte da estratégia da Polícia Civil de intensificar o enfrentamento ao tráfico de drogas e às facções que atuam na região, visando desarticular a estrutura do grupo investigado e responsabilizar seus integrantes. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos. A operação contou com o apoio das equipes das Delegacias de Polícia de Primavera do Leste e Poxoréu. Da investigação A investigação que resultou na deflagração da Operação Asfixia teve início após a prisão em flagrante de um suspeito por tráfico de drogas em Rondonópolis. Na ocasião, a Polícia Civil apreendeu porções de entorpecentes, balanças de precisão, dinheiro, aparelhos celulares e outros materiais relacionados à atividade criminosa. A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares apreendidos, os investigadores identificaram a existência de outros integrantes associados ao tráfico de drogas, com atuação concentrada na região do bairro Bom Pastor, em Rondonópolis. O aprofundamento das diligências permitiu reunir elementos probatórios que subsidiaram a representação pelas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário e cumpridas durante a operação policial.
Por Gazeta Digital 22 de julho de 2026
Mato Grosso reúne novas oportunidades para quem busca estabilidade em uma colocação no serviço público. Ao todo, oito órgãos estaduais e municipais oferecem 216 vagas em diferentes níveis de escolaridade, com cargos nas áreas administrativa, jurídica, educação, saúde, tecnologia e serviços gerais. As remunerações podem chegar a R$ 16.346,38, conforme a função escolhida. Entre os destaques estão os concursos da Prefeitura de Primavera do Leste, que oferece o maior salário da lista, e das prefeituras de Cáceres e Novo São Joaquim, que concentram mais vagas. Também há oportunidades para professores no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). Leia mais - Lei que cria estratégias para fortalecer a produção dos medicamentos é sancionada Câmara Conquista D’Oeste Vagas: 2 Cargos: Advogado, Assistente Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais Salário: até R$ 6.595,08 Inscrições: de 07/07/2026 até 05/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-concurso-camara-de-conquista-d-oeste-mt-001-2026 Câmara de General Carneiro Vagas: 4 Cargos: Procurador Jurídico, Auditor de Controle Interno, Agente Administrativo, Assistente de Plenário. Salário: até R$ 4.717,35 Inscrições: de 30/06/2026 até 28/07/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-camara--general-carneiro-mt-2026 Concurso Prefeitura de Primavera do Leste Vagas: 33 Cargos: Agente de Monitoramento, Assistente Social, Auxiliar de Consultório Dentário, Cirurgião Dentista 20H - Paciente PNE, Cirurgião Dentista 20H – Periodontia, Controlador Interno (Ciências Contábeis), Enfermeiro Padrão, Fonoaudiólogo, Fonoaudiólogo Educacional, Médico 20H - Cirurgia Oncológica, Médico 20H – Endocrinologia, Médico 20H – Ginecologia, Médico 20H – Mastologia, Médico 20H – Neurologia, Médico 20H - Oncologia Clínica, Médico 20H – Ortopedia, Médico 20H – Psiquiatria, Médico 20H – Urologia, Médico 40H - Clínico Geral, Monitor Serviços Educacionais, Monitor Social, Procurador Municipal, Professor de Educação Física, Professor Pedagogo, Psicólogo, Técnico de Manutenção, Técnico em Higiene Dental, Técnico em Laboratório, Técnico Esportivo – Atletismo, Técnico Esportivo – Canoagem, Técnico Esportivo - Jiu-Jitsu, Terapeuta Ocupacional. Salário: até R$ 16.346,38 Inscrições: de 08/07/2026 até 09/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-primavera-do-leste-mt-2026 Prefeitura de Alto Garças Vagas: 4 Cargos: enfermeiro, fonoaudiólogo, nutricionista, odontólogo e técnico em enfermagem. Salário: R$ 8.348,84 Inscrições: de 20/07/2026 até 02/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-alto-garcas-mt-2026 IFMT Vagas: 21 Cargos: Professor das áreas: Administração, Informática, Física, Matemática, Manutenção de Aeronaves, Medicina Veterinária, Português/Espanhol, Química e Zootecnia. Salário: R$ 13.753,96 Inscrições: de 20/07/2026 até 03/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-ifmt-02-2026 Prefeitura de Cáceres Vagas: 81 Cargos: Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente de Combate às Endemias (ACE). Salário: R$ 3.242,00 Inscrições: de 01/08/2026 até 31/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-caceres-mt-2026 Prefeitura de Novo São Joaquim Vagas: 44 Cargos: Agente Comunitário de Saúde (ACS) e Agente de Combate às Endemias (ACE). Salário: R$ 4.688,33 Inscrições: de 20/07/2026 até 10/08/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-processo-seeltivo-novo-sao-joaquim-mt-2026 Prefeitura de Marcelândia Vagas: 27 Cargos: Técnico em Enfermagem, Enfermagem , Assistente Social, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Fisioterapeuta, Cirurgião-Dentista, Técnico em Raio X, Motorista (CNH D, Auxiliar de Serviços Gerais, Técnico de Informática, Operador de Motoniveladora, Operador de PC 200, Professor de Matemática, Professor Pedagogo, Farmacêutico e Educador Físico. Salário: R$ 4.147,96 Inscrições: de 20/07/2026 até 28/07/2026. Edital: https://www.acheconcursos.com.br/edital-concurso/edital-marcelandia-mt-002-2026
Por RepórterMT 22 de julho de 2026
Durante a convenção do PL realizada hoje (22), em Cuiabá, o presidente regional da sigla, Ananias Filho, descartou a adoção de punições rigorosas ou a expulsão de prefeitos filiados que optarem por não apoiar a candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso. A declaração ocorre em meio a um cenário de "fritura" de prefeitos do PL, que já anunciaram que apoiam a candidato ao governo de Otaviano Pivetta (Republicanos).  A posição pacificadora busca conter o avanço do isolamento político de Wellington Fagundes. No último mês, o senador sofreu perdas significativas com a migração de prefeitos do PL para a base do governador Otaviano Pivetta. O movimento envolveu Sérgio Machnic (PL), de Primavera do Leste; Edilson Piaia (PL), de Campo Novo do Parecis; e Cláudio Ferreira (PL), de Rondonópolis, este último do principal colégio eleitoral e berço político do próprio senador. Além disso, o prefeito de Cuaibá, Abílio Brunini (PL), e Flávia Moretti (PL), de Várzea Grande, têm sido alvos de investidas do arco de aliança governista. Questionado sobre a postura que o comando estadual adotará diante dos prefeitos insatisfeitos, Ananias Filho enfatizou que sua trajetória política é pautada pela persuasão e pela ausência de retaliações. O dirigente assegurou que o partido não fará convites para desfiliação nem imporá o alinhamento eleitoral de forma ostensiva. " Nós não fomos para o embate com ninguém porque as alianças não estão 100% definidas. Todos os partidos têm problemas, têm soluções e têm diálogo, é normal. A minha trajetória política é de argumentação. Eu nunca pedi um voto, nunca forcei um irmão meu ou parente a votar. Nós não vamos fazer convite para ninguém sair. Nós vamos pedir para que ele venha ", afirmou Ananias Filho durante a convenção. O presidente disse que o cenário eleitoral estadual permanece fluindo, destacando que outras legendas, como o Democrata, e o União Brasil também não consolidaram suas coligações ou definição de nomes majoritários. Com as negociações em andamento e a tentativa de atrair partidos como o Podemos e o Novo para a composição do pleito, a ata da convenção do Partido Liberal em Mato Grosso permanecerá aberta até o dia 5 de agosto, data limite estabelecida pela Justiça Eleitoral para a formalização das chapas e coligações.
Por Gazeta Digital 22 de julho de 2026
Oficializado como candidato do PL na disputa pelo governo de Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes declarou que quer o empresário Marcelo Maluf (Novo) como seu vice. Apesar do entusiasmo com a possibilidade, o liberal não pode cravar a certeza; o anúncio terá que esperar até o prazo final das convenções, em 5 de agosto. Questionado sobre a possibilidade já ventilada há algum tempo, o senador afirmou que aliança com o empresário é sondada há muito tempo. “Inclusive, eu queria que o Marcelo fosse meu suplente de senador. À época, ele queria ser o meu suplente quando eu fui eleito para o primeiro mandato. O Marcelo foi para um partido que o impediu de ser candidato”, justificou o político. Na época, Maluf foi candidato a suplente de Jayme Campos e a parceria não se concretizou. Fagundes argumenta que Maluf é de família tradicional, com forte história empresarial, e “seria muito desejável ter uma pessoa como o Marcelo”. Contudo, questionado sobre qual seria a dificuldade em já definir o nome como seu vice na disputa ao Palácio Paiaguás, o parlamentar garantiu que “não há dificuldade”, mas tudo depende de negociações entre partidos, no caso o PL e o Novo, ambos alinhados à direita. “Não, eu não posso falar. Aí eu não posso dizer, porque isso não foi apreciado, não teve reunião para assim, não foi oficializado, né? E isso tudo será daqui até o dia 5, porque depende de outros partidos também”, alegou. Empresário do ramo da construção civil, Marcelo Maluf já teve o nome cogitado em outras disputas eleitorais. Em 2014, chegou a integrar a chapa do ex-governador Rogério Salles (PSDB) como primeiro suplente ao Senado. Agora, desponta como principal nome do Novo para compor a chapa do PL.
Por Agência Brasil 22 de julho de 2026
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta terça-feira (21) o limite de gastos para os candidatos aos cargos em disputa nas eleições de outubro. Os recursos fazem parte do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai distribuir R$ 4,9 bilhões para os 30 partidos que vão participar do pleito. Os candidatos à Presidência da República poderão gastar até R$ 133 milhões, incluindo os dois turnos. O limite para o primeiro turno ficou em R$ 88,9 milhões. Quem for disputar o segundo poderá gastar até R$ 44,4 milhões. Também foi definido o limite de gastos para os cargos de governador, senador, deputado distrital, federal e estadual. Em São Paulo, maior colégio eleitoral, com 34 milhões de eleitores, os candidatos ao governo do estado poderão gastar R$ 26,6 milhões no primeiro turno e R$ 13,3 milhões no segundo. Os valores não sofreram aumento e serão os mesmos fixados pelo TSE no pleito presidencial de 2022. O limite para todos os cargos que serão disputados pode ser conferido no site do TSE. Os gastos de campanha envolvem as despesas com contratações de serviços de viagens, gravações de vídeos, produção de comícios, entre outros. Punição O candidato que gastar acima do limite estabelecido pelo TSE poderá ser condenado ao pagamento de multa de até 100% sobre o valor excedente. Além disso, o candidato pode ser processado por abuso de poder econômico. A checagem dos valores é feita por meio de prestações de contas que devem ser entregues obrigatoriamente pelos candidatos e partidos à Justiça Eleitoral ao longo da campanha. Eleições O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando eleitores votarão em deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.