Em um ano, polícia bloqueia R$ 625 milhões de sonegadores em MT

MidiaJur • 13 de janeiro de 2026

A Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), da Polícia Civil de Mato Grosso, fechou 2025 com 12 operações realizadas, um aumento de 341% nas representações judiciais da delegacia, que passaram de 12 em 2024 para 53 em 2025.



Nessas operações, a Defaz investigou esquemas de fraudes tributárias (Rent a Business), em hortifrutigranjeiros (Hortifraude), em créditos tributários e multas decorrentes de empresas fantasmas (Falsus Granum), em empresas do segmento de combustíveis (Dívida Inflamável), entre outras.

Ao todo, foram bloqueados e sequestrados R$ 625,53 milhões. Somente na última operação do ano, Dívida Inflamável, que investigou uma empresa de combustíveis de Mato Grosso, foram bloqueados R$ 78 milhões.


Além de buscar garantir a recuperação de ativos, intensificar o combate à sonegação fiscal e desmontar esquemas milionários de fraudes, as operações da Especializada também proporcionaram a suspensão de registros de contadores, prisões preventivas e o compartilhamento de provas com órgãos federais e o Ministério Público.


A equipe da Defaz realizou 1.271 intimações, 1.857 relatórios e 578 ordens de serviço em 2025. Além disso, instaurou 50 inquéritos policiais e relatou 115, 74% a mais do que em 2024.


Segundo o delegado Valter de Melo Fonseca Júnior, titular da Defaz, em 2026 a delegacia quer manter o foco nas investigações de blindagem patrimonial.

“Garantindo que recursos desviados retornem ao erário e fortaleçam ainda mais a integração entre órgãos parceiros. Também serão ampliadas as operações conjuntas de fiscalização tributária, verificando o cumprimento das obrigações fiscais e identificando possíveis irregularidades”, afirmou o delegado.


O esperado é que haja aumento na arrecadação de tributos, recuperação de ativos desviados, redução na sonegação de impostos e fortalecimento da transparência e da integridade da gestão pública.


Por RepórterMT 15 de janeiro de 2026
Mato Grosso está sob três alertas meteorológicos emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para hoje (15). Os avisos indicam chuvas fortes, ventos intensos e risco de granizo, com validade até o fim do dia. O primeiro alerta é de tempestade e vale até 23h59 desta quinta. A previsão aponta chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 milímetros ao longo do dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h e queda de granizo em pontos isolados. As áreas mais afetadas são o Sudeste, o Nordeste e o Centro-Sul do estado. O risco é considerado baixo, mas pode haver alagamentos pontuais, queda de galhos de árvores e interrupção no fornecimento de energia. Outro aviso de chuvas intensas está em vigor desde a terça-feira (13) e também segue até o fim desta quinta. Esse alerta atinge principalmente o Centro-Sul, o Norte, o Nordeste e o Sudoeste de Mato Grosso. A previsão é de chuva forte acompanhada de ventos, com possibilidade de alagamentos em áreas urbanas e descargas elétricas. O terceiro alerta, também de chuvas intensas, começou na quarta-feira (14) e afeta principalmente o Norte de Mato Grosso, além de áreas da Amazônia Legal. Assim como nos outros avisos, o Inmet destaca o risco de chuva volumosa em curto período de tempo e ventos fortes. Em todos os casos, a orientação é evitar abrigo debaixo de árvores durante rajadas de vento, não estacionar veículos perto de torres ou placas e evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Em situações de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. Previsão para Cuiabá  Em Cuiabá, a quinta-feira será de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia. A temperatura mínima fica em torno de 23°C e a máxima pode chegar aos 35°C, com umidade elevada. Nesta sexta-feira (16), o calor continua, com máxima de 35°C, e há previsão de chuvas isoladas, principalmente à tarde. No sábado (17), o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, mínima de 26°C e máxima de 35ºC. Já no domingo (18), o calor aumenta ainda mais, com máxima de 36°C, e a previsão segue indicando chuva em pontos isolados da capital.
Por RepórterMT 15 de janeiro de 2026
O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) determinou a suspensão imediata do Pregão Eletrônico nº 005/2025, estimado em R$ 19.594.428,00, lançado pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Médio Araguaia (Codema). A medida foi publicada no Diário de Contas dessa quarta-feira (14). A decisão, proferida pelo conselheiro Guilherme Maluf, foi tomada em sede de tutela provisória de urgência, após o acolhimento de Representação de Natureza Externa apresentada pela empresa Azevedo e Freitas Comércio e Serviços Ltda. O certame tinha como objeto o registro de preços para a contratação de uma “solução educacional híbrida”, voltada ao atendimento compartilhado de municípios consorciados. Para Maluf, há indícios relevantes de irregularidades capazes de comprometer a competitividade e a legalidade da licitação, o que justificou a paralisação do procedimento até o julgamento do mérito. Na análise preliminar, o TCE apontou que o edital, o Termo de Referência e o Estudo Técnico Preliminar não definem de forma clara e objetiva o que se entende por “solução educacional híbrida”, nem estabelecem parâmetros técnicos, pedagógicos ou normativos mínimos. A ausência dessa delimitação, segundo a decisão, fragiliza o julgamento objetivo das propostas. Outro ponto levantado pelo conselheiro foi a individualização prévia de títulos editoriais, coleções pedagógicas e respectivos ISBNs, todos vinculados a um mesmo grupo editorial. Para Maluf, não ficou demonstrado, nesta fase inicial, levantamento efetivo de mercado ou justificativa técnica robusta que comprove a inviabilidade de soluções pedagógicas equivalentes, o que pode caracterizar direcionamento do certame. O TCE também destacou que a exigência de proposta por lote integral, associada à adoção de uma única linha pedagógica fechada, tende a restringir a participação de potenciais interessados, afastando editoras especializadas por etapas de ensino e fornecedores de soluções digitais independentes. Diante do alto valor envolvido e da possibilidade de consolidação de uma contratação de difícil reversão ao erário, o Tribunal reconheceu a "presença simultânea do fumus boni iuris (plausibilidade do direito alegado) e do periculum in mora (risco da demora na decisão)". Com isso, o TCE-MT determinou a suspensão do pregão e de todos os atos dele decorrentes até o julgamento definitivo da representação. O presidente do Codema, Vilson Biguelini, que é prefeito de Canarana (a 651 km de Cuiabá), afirmou que as alegações da empresa são incompatíveis, uma vez que, de forma contraditória, sustenta que o objeto seria simultaneamente genérico e insuficiente e, ao mesmo tempo, excessivamente detalhado e restritivo à competitividade. Segundo Vilson, o certame se destina ao registro de preços para a aquisição de livros didáticos complementares, cujo objeto estaria material e objetivamente delimitado pela indicação expressa dos títulos e respectivos ISBNs, elementos que identificam com precisão o conteúdo das obras. “Os lotes, títulos e características físicas e técnicas estão minuciosamente descritos no Termo de Referência, sendo o ISBN o critério objetivo por excelência em licitações de obras bibliográficas, por assegurar descrição clara, comparabilidade entre propostas e julgamento estritamente objetivo”, destacou o prefeito. Entretanto, Maluf não acolheu os argumentos e manteve a suspensão do pregão. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de 10 UPFs/MT ao presidente do Codema. “Ademais, a manifestação prévia apresentada pelo Codema igualmente não está acompanhada de nenhum dos documentos. Tal ausência de informações compromete a transparência do processo licitatório”, ressaltou o conselheiro na decisão. O mérito da contratação, incluindo a adequação do planejamento, dos estudos preparatórios e da modelagem adotada, ainda será analisado de forma aprofundada pelo Tribunal. Até lá, o processo licitatório permanece paralisado. “O fornecimento de material didático às redes públicas de ensino, como regra, é ordinariamente assegurado por meio de políticas públicas federais, notadamente aquelas coordenadas pelo Ministério da Educação, de modo que a suspensão temporária do certame não se mostra apta a comprometer, de forma imediata, a continuidade do serviço educacional”, concluiu.
Por Agência Brasil 14 de janeiro de 2026
A cada R$ 1 investido em projetos executados com recursos da Lei Rouanet, R$ 7,59 retornaram à economia. É o que mostra estudo apresentado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira (13) sobre os impactos da lei de incentivo à cultura. O estudo foi encomendado pelo Ministério da Cultura. Entre 2022 e 2024, o número de projetos apoiados pela lei passou de 2.600 para mais de 14 mil por ano. O estudo ainda avaliou equipamentos locados, quantidade de pessoas contratadas, materiais e fornecedores pagos. Em 2024, cerca de 230 mil vagas foram abertas com apoio do programa, ao custo de R$ 12,3 mil por vaga. "Precisávamos de dados completos, consistentes e confiáveis sobre a Lei Rouanet, que nos últimos anos enfrentou críticas injustificáveis e uma tentativa de demonização. De um lado. há quem tente deslegitimar o setor cultural e ainda há uma parcela da sociedade que desconhece seu papel. Faltavam dados robustos e atualizados, e foi exatamente por isso que encomendamos essa pesquisa. O que apresentamos hoje é um estudo de altíssima qualidade, conduzido com rigor metodológico e baseado em dados oficiais. Seus resultados oferecem evidências claras do impacto positivo do investimento cultural", destacou a ministra da Cultura, Margareth Menezes. A Rouanet teve mais de R$ 60 bilhões investidos desde a criação, em 1993, em valores não corrigidos. Em 2024, foram 4.939 projetos com recursos executados, a maioria propostos por empresas (3.154 proponentes ou 86,7%). Os projetos geraram um total de 567 mil pagamentos a todo tipo de fornecedor e serviço, em um universo de 1.800 tipos diferentes. A maioria (76,72%) captou até R$ 1 milhão e 21,70% captaram até R$ 10 milhões. O maior montante dos recursos foi para custos logísticos, administrativos e de equipes técnicas, sendo um terço para pagamento de artistas. Segundo os pesquisadores, 96,9% dos pagamentos via Rouanet são de menos de R$ 25 mil, o que gera efeito distributivo de renda. Regiões Dos R$ 25,7 bilhões movimentos pelo mecanismos de incentivo à cultura em 2024, a maior parte foi para projetos no Sudeste, que captaram R$ 18 bilhões. Na Região Sul, foram R$ 4,5 bilhões; Nordeste, teve captação de R$ 1,92 bilhão; Centro-Oeste, cerca de R$ 400 milhões; e Norte, cerca de R$ 360 milhões. O levantamento apontou também que a Rouanet tem um potencial de captação de recursos fora do edital, já que os projetos levantaram mais de R$ 500 milhões em outras fontes e cerca de R$ 300 milhões em apoios não financeiros, no mesmo período. "Tivemos de entender os diferentes tipos de impactos. Os diretos, os indiretos, que envolvem toda a cadeia econômica relacionada e o impacto dos empregos gerados. O recurso não deve ser pensado somente uma vez, mas em ondas de gastos relacionados", explicou Luiz Gustavo Barbosa, gerente executivo da FGV. Os dados mostram ainda queda no tempo de análise de projetos, que passou de mais de 100 dias em 2022 para 35 dias em 2025. No comparativo entre os projetos de 2018 a 2024, a Região Nordeste teve crescimento acima de 400%, passando de 337 projetos, em 2018, para 1.778, em 2024. A Região Norte também teve crescimento semelhante, passando de 125 projetos para 635. A região com menor crescimento, a Sudeste, dobrou a quantidade de projetos, passando de 3.414 (2018) para 7.617 (2024), o que, por sua vez, foi o maior crescimento em números absolutos. Centro-Oeste teve crescimento de 245,4%, indo de 240 para 829 projetos, e a Sul, de 165,1%, passando de 1.268 para 3.362 projetos. "Nosso esforço está se voltando para empresas médias, que tem sede nestes territórios, em seus próprios territórios", disse o secretário de Fomento Cultural do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, ao cita trabalho no Nordeste, em parceria com o Sesi, para qualificar produtores culturais na proposição de projetos e captação de recursos com as empresas. A expectativa é que as ações na Região Norte sejam sentidas já em 2026, e os da região Centro-Oeste em 2027. A pasta deve realizar ainda uma pesquisa voltada à Lei Aldir Blanc, segundo a ministra. Não há data prevista.
14 de janeiro de 2026
A segunda quinzena de janeiro traz diversos processos seletivos em Mato Grosso. As vagas são para todos os níveis de escolaridade e os salários podem chegar a R$ 35 mil. As oportunidades aparecem em prefeituras por todo o estado, além de vagas nos âmbitos estaduais e federais. Confira a lista de oportunidades. Conselho de Educação Física (CREF) da 17ª Região Vagas: 5. Cargos: Auxiliar Administrativo. Salário: R$ 2.329,75, além de benefícios. Inscrições: 15 a 19/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPE-MT) Vagas: 30. Cargos: Defensor Público de Primeira Classe. Salário: R$ 35.659,85. Inscrições: até 28/01/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 350,00. Prefeitura de Campo Novo do Parecis Vagas: Cadastro reserva. Cargos: Professor Pedagogia, Professor de Arte, Professor de Educação Física, Professor de Letras/Inglês, Professor de Matemática, Professor de Geografia, Professor de História, Professor de Ciências Biológicas, Assistente Social, Psicólogo, Nutricionista, Agente Educacional Infantil e Técnico de Apoio Educacional. Salário: R$ 4.331,90 a R$ 6.268,16. Inscrições: 26/01 a 05/02/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 75,00 a R$ 90,00. Prefeitura de Carlinda Vagas: 135. Cargos: Motorista CNH A/B (3 vagas), Motorista CNH D/E (5 vagas), Motorista de Transporte Escolar CNH D/E (12 vagas), Operador de Máquinas (3 vagas), Operador de Máquinas Pesadas (3 vagas), Serviços Complementares (20 vagas), Serviços Externos (20 vagas), Assistente Jurídico (1 vaga), Assistente Previdenciário (1 vaga), Auxiliar Administrativo (20 vagas), Auxiliar de Saúde Bucal (2 vagas), Fiscal de Tributos, Fiscal de Vigilância Sanitária, Monitor de Sala (5 vagas), Técnico Administrativo de RH, Técnico Agropecuário (2 vagas), Técnico de Enfermagem (5 vagas), Técnico de Laboratório (1 vaga), Técnico de Vigilância Sanitária, Contador (1 vaga), Enfermeiro (5 vagas), Engenheiro Civil (1 vaga), Farmacêutico/Biomédico (1 vaga), Fisioterapeuta (1 vaga), Fonoaudiólogo (1 vaga), Médico Clínico Geral (1 vaga), Nutricionista (2 vagas), Odontólogo (2 vagas), Procurador Jurídico (1 vaga), Professor de Educação Física (1 vaga), Professor de Pedagogia (12 vagas), Psicólogo (2 vagas) e Psicopedagogo (1 vaga). Salário: R$ 1.518,00 a R$ 15.318,70. Inscrições: 16/01 a 13/02/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 50,00 a R$ 80,00. Prefeitura de Marcelândia Vagas: 36 e cadastro reserva. Cargos: Técnico em Enfermagem (5 vagas), Médico Veterinário (2 vagas), Fonoaudiólogo (1 vaga), Técnico em Raio X (1 vaga), Professor Pedagogo (12 vagas), Professor de Computação (1 vaga), Cuidador de Crianças (10 vagas), Motorista com habilitação D (3 vagas), Merendeira (1 vaga), Assistente Social, Psicólogo, Fisioterapeuta, Cirurgião Dentista, Nutricionista, Técnico Agrícola, Zelador, Vigia, Auxiliar de Serviços Gerais, Engenheiro Florestal, Técnico Agropecuário, Técnico de Informática, Operador de Motoniveladora, Operador de PC 200, Coletor de Lixo, Professor de Educação Física, Professor de Matemática, Professor de Letras - Português, Farmacêutico, Bibliotecário, Técnico Administrativo, Assistente Administrativo e Educador Físico. Salário: R$ 1.686,23 a R$ 4.147,96. Inscrições: até 15/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Prefeitura de Nova Santa Helena Vagas: 14 e cadastro reserva. Cargos: Auxiliar de Manutenção de Infraestrutura, Auxiliar de Serviços Gerais, Gari, Merendeira/Cozinheira, Motorista, Operador de Máquinas Leves, Pedreiro, Vigia, Agente Administrativo I, Auxiliar de Professor da Educação Básica, Auxiliar de Saneamento, Recepcionista, Agente Administrativo II, Agente Comunitário de Saúde, Agente de Combate às Endemias, Técnico Químico, Assistente Social, Enfermeiro, Fisioterapeuta e Professor Pedagogo (14 vagas). Salário: R$ 2.732,93 a R$ 5.138,90. Inscrições: até 26/01/2025. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Prefeitura de Novo São Joaquim Vagas: 52. Cargos: Motorista (4 vagas), Motorista II (1 vaga), Agente de serviços gerais (coletor de lixo) (5 vagas), Agente de Serviços Gerais (faxineira) (9 vagas), Operador de Escavadeira Hidráulica (1 vaga), Operador de Motoniveladora (2 vagas), Operador de Retroescavadeira (1 vaga), Operador de Pá Carregadeira (2 vagas), Operador de Trator (3 vagas), Cuidador do Idoso (6 vagas), Cuidador do Menor (4 vagas), Agente de serviços gerais (merendeira) (3 vagas), Agente de serviços gerais (cozinheira) (3 vagas), Agente de serviços gerais (gari) (6 vagas) e Psicólogo (2 vagas). Salário: R$ 1.518,00 a R$ 4.512,34. Inscrições: 15/01 a 04/02/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Prefeitura de Poxoréo Vagas: Cadastro reserva. Cargos: Advogado, Agente Comunitário de Saúde (PSF 1), Agente Comunitário de Saúde (PSF 2), Agente Comunitário de Saúde (PSF 3), Agente Comunitário de Saúde (PSF 4), Agente Comunitário de Saúde (Alto Coité), Agente Comunitário de Saúde (Aparecida do Leste), Agente Comunitário de Saúde (Jarudore), Agente Comunitário de Saúde (Joanesburgo), Agente Comunitário de Saúde (Mártires dos Carajás), Agente Comunitário de Saúde (Santo Antônio da Aldeia), Agente Comunitário de Saúde (Pontal da Areia), Agente Comunitário de Saúde (Alminhas), Agente Comunitário de Saúde (João de Barro), Agente Comunitário de Saúde (Tietê), Agente Comunitário de Saúde (Buritis I), Agente Comunitário de Saúde (Buritis II), Agente Comunitário de Saúde (Vale dos Sonhos), Agente Comunitário de Saúde (Vale Verde dos Sonhos), Agente Comunitário de Saúde (Vale Verde I), Agente Comunitário de Saúde (Vale Verde II), Agente Comunitário de Saúde (Nova Primavera), Agente Comunitário de Saúde (Bela Vista), Agente Comunitário de Saúde (Nova Poxoréu), Agente Comunitário de Saúde (São Benedito), Agente Comunitário de Saúde (Comunidade São Benedito Toca do Jacaré), Agente Comunitário de Saúde (Fundo da Tami), Agente Comunitário de Saúde (Comunidade São Miguel), Agente Comunitário de Saúde (Jardim Araçá), Agente Comunitário de Saúde (Fumas), Agente Administrativo, Agente Administrativo Nova Poxoréu, Agente de Endemias, Arquiteto, Auxiliar de Dentista, Auxiliar de Topografia, Assistente Social, Atendente de PSF, Bibliotecário, Biomédico, Bioquímico Farmacêutico, Cadastrador de Regularização Fundiária, Controlador Interno, Eletricista, Encanador, Enfermeiro, Enfermeiro Nova Poxoréu, Enfermeiro Ponto Atendimento, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Civil, Fiscal Sanitário, Fisioterapeuta, Leiturista Cadastrista, Médico, Mecânico, Motorista de Ambulância, Motorista Categoria D Distrito de Aparecida do Leste, Motorista Categoria D Distrito de Paraíso do Leste, Motorista Categoria D Distrito de Jarudore/Joanesburgo, Motorista Categoria D Distrito de Nova Poxoréu, Motorista Categoria B Sede, Motorista Categoria D Sede, Motorista Categoria D Zona Rural, Nutricionista, Odontólogo, Operador de Máquinas: Escavadeira Hidráulica, Operador de Máquinas: Pá Carregadeira, Operador de Máquinas: Trator de Pneus, Operador de Rolo Compactador, Operador de Máquinas: Motoniveladora, Orientador Social, Psicólogo Educacional, Psicólogo Clínico, Técnico em Enfermagem, Técnico de Enfermagem Pronto Atendimento, Técnico em Enfermagem Aparecida do Leste, Técnico em Enfermagem Paraíso do Leste, Técnico em Enfermagem Nova Poxoréu, Técnico em Analises Clinicas, Topografo, Vigilante sede, Vigilante Nova Poxoréu e Vigilante Distrito de Jarudore. Salário: R$ 1.610,17 a R$ 7.115,06. Inscrições: até 27/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Prefeitura de Santa Carmen Vagas: 3. Cargos: Agente de Serviços Gerais, Agente de Manutenção Urbanista, Vigilância e Controle de Acesso, Operador de Máquinas Pesadas - Nova Geração (2 vagas), Psicólogo (1 vaga), Professor de Ensino Fundamental II - Português e Professor de Ensino Fundamental II - Inglês. Salário: R$ 1.621,00 a R$ 5.916,26 (no caso dos cargos de Professor, é R$ 40,14 por hora-aula). Inscrições: 14 a 27/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Prefeitura de Sapezal Vagas: 8. Cargos: Motorista de Veículos Pesados (1 vaga), Motorista de Veículos Leves (3 vagas) e Operador de Máquinas Pesadas (4 vagas). Salário: R$ 3.361,94 a R$ 4.499,86. Inscrições: até 02/02/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 55,00. Prefeitura de Vila Bela da Santíssima Trindade Vagas: 55. Cargos: Agente administrativo (1 vaga), Eletricista Predial (1 vaga), Motorista de veículo pesado (6 vagas), Borracheiro (1 vaga), Vigia (4 vagas), Serviço braçal (18 vagas), Gari (8 vagas), Recepcionista (1 vaga), Lavador Automotivo (1 vaga), Almoxarife (1 vaga), Zelador de pátio (1 vaga), Pedreiro (1 vaga), Mecânico (2 vagas), Operador de Escavadeira hidráulica (2 vagas), Operador de Retroescavadeira (2 vagas), Operador de Pá carregadeira (2 vagas) e Operador de Moto-niveladora (3 vagas). Salário: R$ 1.735,18 a R$ 3.749,79. Inscrições: Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Secretaria de Estado da Fazenda do Mato Grosso (SEFAZ-MT) Vagas: 30. Cargos: Fiscal de Tributos Estaduais (FTE). Salário: R$ 32.971,87 Inscrições: até 27/01/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 250,00. Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Vagas: 116. Cargos: Para provimento e remoção. Salário: Conforme legislação específica. Inscrições: 14/01 a 13/02/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 450,00. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) - Campus Cuiabá Vagas: Cadastro reserva. Cargos: Professor Substituto na área de Nutrição. Salário: R$ 4.326,60 e R$ 8.058,29. Inscrições: 02 a 06/02/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) - Campus Araguaia Vagas: 1. Cargos: Professor Substituto na área de Educação Física/Ginástica Geral e Dança Estágio Supervisionado. Salário: R$ 4.326,60 e R$ 8.058,29. Inscrições: 22 a 24/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) Vagas: 2 e cadastro reserva. Cargos: Professor Substituto (Enfermagem - 1 vaga), Medicina - 1 vaga, Administração Geral, Teoria Econômica, Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia Mecânica, Zootecnia, Matemática, Biologia Geral, Computação, Organização e Recuperação da Informação, Língua Portuguesa e Literaturas de Língua Portuguesa, Libras e Análise Experimental do Comportamento. Salário: R$ 4.326,60 a R$ 8.058,29. Inscrições: até 31/01/2026. Edital: aqui . Taxa: Gratuita. Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) Vagas: 18. Cargos: Professor do Magistério Superior: Agronomia / Fitotecnia, Anatomia Animal e Patologia Animal, Língua Portuguesa, Literaturas de Língua Portuguesa, Matemática / Ensino de Matemática / Educação Matemática, Ciências da Computação / Redes de Computadores e Sistemas Operacionais, Estatística Computacional, Matemática Discreta Computacional e Álgebra Linear Computacional para Ciência de Dados, Teoria Econômica e Desenvolvimento, Ciências Contábeis, Biologia Celular / Histologia / Embriologia, Anatomia Humana, Terapia Ocupacional, Clínica Médica (2 vagas), Patologia Humana, Genética Humana e Médica e Saúde Coletiva (2 vagas). Salário: R$ 4.326,60 a R$ 13.288,85. Inscrições: até 31/01/2026. Edital: aqui . Taxa: R$ 380,00.
Por Gazeta Digital 14 de janeiro de 2026
Polícia Civil está nas ruas, na manhã desta quarta-feira (14), cumprindo 471 mandados judiciais, sendo 225 de prisão, durante a megaoperação Cartório Central. O objetivo é desarticular uma facção criminosa voltada à prática de tráfico, lavagem de dinheiro, extorsão, agiotagem e controle territorial em Primeira do Leste e região. As ordens são cumpridas em Mato Grosso e outros 5 estados.  Conforme as informações divulgadas pela assessoria de imprensa do órgão, além das 225 prisões, as equipes cumprem ainda 225 buscas e apreensões e 21 bloqueio e indisponibilidade de valores. Há alvos também nos estados do Acre, Pará, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A investigação começou há pouco mais de um ano e foi conduzida pela Divisão de Entorpecentes da Delegacia de Primavera do Leste. Foi possível identificar a existência de uma facção criminosa, com divisão de funções, hierarquia interna, controle financeiro e logística própria, responsável por coordenar atividades ilícitas no município e na região. O grupo atuava de forma estruturada, mantendo um sistema próprio de arrecadação de valores, repasses financeiros e cobrança de dívidas ilícitas, além da organização do comércio de entorpecentes e da imposição de regras internas, com indícios de envolvimento em crimes como extorsão, tráfico de drogas, lavagem de capitais e associação criminosa. Empréstimos e juros abusivos Também foram identificadas movimentações financeiras compatíveis com a prática de lavagem de capitais, demonstrando que os valores oriundos do tráfico de drogas eram utilizados não apenas para a aquisição de entorpecentes, mas também para a realização de empréstimos informais a terceiros, especialmente comerciantes locais, com a finalidade de mascarar a origem ilícita dos recursos. O mecanismo utilizado pela facção se enquadra no crime de usura pecuniária, previsto no artigo 4º da Lei nº 1.521/1951, que tipifica a cobrança de juros ou comissões sobre dívidas em dinheiro superiores ao limite legal. O esquema era supervisionado por membros de maior escalão, identificados como responsáveis externos pelo financiamento ilegal. As cobranças contavam com o respaldo do “quadro de disciplina” da facção, que articulava represálias e até sequestros contra agiotas independentes. O delegado Rodolpho Bandeira, responsável pelas investigações, ressaltou que elas continuam e que todo o material apreendido será analisado para subsidiar novos procedimentos, identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal e patrimonial dos integrantes da organização. “A operação, com grande número de mandados e suspeitos identificados, representa um passo importante no combate ao crime organizado, na proteção da sociedade e no enfrentamento às facções criminosas que buscam se estruturar no interior do Estado e expandir sua atuação para outras unidades da federação”, disse o delegado.
Por Gazeta Digital 14 de janeiro de 2026
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, defendeu uma ampla revisão das condições da concessão da Energisa-MT e cobrou investimentos robustos na infraestrutura energética do estado. Segundo ele, a renovação do contrato, prevista para 2027, deve estar atrelada a metas claras de modernização da rede e melhoria da qualidade do serviço. De acordo com Sérgio Ricardo, a deficiência no fornecimento de energia tem afastado indústrias e comprometido o crescimento regional. “Em Cuiabá, por exemplo, no Distrito Industrial, a energia elétrica é de péssima qualidade. Poucos municípios contam com rede trifásica. Sem isso, nenhuma indústria se instala. E sem industrialização não há geração de empregos, nem desenvolvimento”, afirmou. O conselheiro ressaltou ainda que a precariedade do sistema amplia as desigualdades entre as regiões mato-grossenses. “A ausência de uma rede elétrica compatível com as necessidades do estado impacta diretamente o atraso produtivo. A concessionária de energia tem grande responsabilidade no fato de Mato Grosso seguir com baixa industrialização”, pontuou. Em 2025, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um termo que autoriza a renovação dos contratos de distribuição por mais 30 anos, abrangendo concessionárias com vencimento entre 2025 e 2031. Apesar de incluir exigências como melhoria dos indicadores de continuidade, fortalecimento das redes e satisfação dos consumidores, a proposta vem sendo alvo de críticas. Mato Grosso possui cerca de 1,56 milhão de unidades consumidoras e registra a terceira tarifa média mais alta do país, chegando a R$ 1.048 por megawatt-hora (MWh), conforme o Ranking de Competitividade dos Estados 2025. Um estudo do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT) reforça o diagnóstico de que a má qualidade da energia tem sido um dos principais obstáculos ao avanço econômico do estado. Nesta semana, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) encaminhou ao Ministério de Minas e Energia (MME) um relatório com denúncias sobre falhas recorrentes no fornecimento. O documento, elaborado a partir de audiências públicas, deve subsidiar a análise do governo federal sobre a renovação da concessão ou a possibilidade de um novo modelo de distribuição. Para Sérgio Ricardo, o debate precisa considerar a carência de linhões e de rede trifásica no interior. “Em três décadas de concessão, a Energisa não conseguiu universalizar o acesso à energia de qualidade em Mato Grosso. É um tema que precisa ser tratado com profundidade e será acompanhado de perto pelo TCE”, garantiu. O conselheiro destacou que as melhorias não se limitam à expansão produtiva, mas envolvem também o combate às desigualdades regionais e a melhoria da qualidade de vida da população. “Temos que pensar o futuro de Mato Grosso, um estado rico que se torna cada vez mais pobre. O único caminho é promover crescimento e desenvolvimento, de forma que todos os municípios sejam alcançados”, concluiu.
Por Gazeta Digital 14 de janeiro de 2026
Um ônibus de viagem, que fazia rota Sinop-Cuiabá, tombou na madrugada desta quarta-feira (14), na BR-163, em Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá). Corpo de Bombeiros foi acionado para socorrer os passageiros que ficaram feridos. Seis pessoas estão em estado grave. De acordo com as informações apuradas pelo , passava da 1h30 quando as equipes foram acionadas para atender a ocorrência no km 678 da rodovia. O chamado relatou que um ônibus de viagem capotou na via. Quando a equipe chegou, encontrou a cena final do acidente. O ônibus contava com 26 passageiros. Na tiragem, os socorristas priorizaram o atendimento de 10 vítimas feridas. Dessas, 6 estavam com ferimentos graves, como lesões e traumas. Outras 4 tiveram lesões diversas classificadas como superficiais. Todos foram encaminhados para o Hospital São Lucas. Não há, até o momento, informações sobre o que causou o acidente. O caso segue sob investigação.
Por RepórterMT 13 de janeiro de 2026
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), criou um setor específico para monitorar obras públicas, convênios e entregas do Estado, e evitar paralisações. A medida consta no novo regimento interno da Casa Civil, aprovado por meio do Decreto nº 1.813, de 12 de janeiro de 2026, publicado no Diário Oficial do Estado de hoje (13). Conforme o decreto, o setor ficará sob responsabilidade da Unidade de Controle e Monitoramento de Governo, vinculada à Casa Civil. Entre as competências do setor está o monitoramento das informações registradas no Sistema Registro de Entregas e Parcerias – Entregas MT, garantindo cobertura, confiabilidade e atualização dos dados, além de acompanhar a tramitação dos processos de contratação relacionados às entregas do governo, especialmente aquelas classificadas como prioritárias. Também está entre as atribuições o monitoramento dos processos de contratação de tecnologia da informação de maior impacto e interesse do Gabinete do Governador, bem como o monitoramento do gerenciamento de intervenções, com a finalidade de minimizar a ocorrência de obras paralisadas. O regimento prevê a realização de análises de desempenho das entregas e indicadores de governo. A articulação com órgãos e entidades para o aperfeiçoamento de sistemas informatizados e projetos de business intelligence (BI) também faz parte das atividades do novo setor. O decreto entra em vigor na data de sua publicação. 
Por Gazeta Digital 13 de janeiro de 2026
Às vésperas da votação do projeto de lei que trata da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores públicos de Mato Grosso, marcada para esta quarta-feira (14), às 10h, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o debate saiu do campo técnico e entrou definitivamente no terreno político. De um lado, o governo do Estado aposta na divulgação de números bilionários para sustentar o reajuste de 4,26% atrelado ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Do outro, os sindicatos acusam o Executivo de tentar jogar a população contra um direito constitucional e de descumprir promessas de diálogo feitas no ano passado. O Palácio Paiaguás divulgou, na manhã desta terça-feira (13), dados afirmando que a RGA gera impacto de mais de R$ 1,04 bilhão em 2026, com custo mensal estimado em R$ 80 milhões na folha de pagamento dos três Poderes, órgãos de controle e instituições essenciais. O texto enfatiza o peso fiscal da medida e destaca que, se aprovado, o reajuste será incorporado já no salário do dia 30. A estratégia, para os sindicatos, é clara: apresentar o RGA como concessão onerosa, quase um favor administrativo, quando, na prática, se trata de um direito previsto na Constituição Federal. O discurso oficial ignora o centro da insatisfação dos servidores: o passivo acumulado de 19,52%, resultado das perdas salariais entre 2017 e 2026, estimado em R$ 3,3 bilhões. É justamente esse débito que o governo se recusa a reconhecer formalmente e a discutir. A expectativa no parlamento, como já admitido nos bastidores, é de que a Assembleia aprove apenas o índice anual, sem abrir qualquer debate sobre os sete anos de defasagem salarial. A tensão aumentou ainda mais, quando a Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso (FESSP-MT) denunciou o descumprimento de uma promessa feita pelo secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), no início do ano passado. Segundo a presidente da federação, Carmen Machado, o governo se comprometeu a chamar os servidores para negociar a recomposição do passivo, descartando inclusive a necessidade de uma emenda constitucional para criar uma mesa permanente de negociação. O diálogo, no entanto, nunca aconteceu. “Ele disse que o próprio governo iria nos chamar para conversar, iria nos chamar para dialogar. Infelizmente, isso não prosperou”, afirmou Carmen, que também relatou o envio de diversos ofícios ao secretário e ao governador, todos sem resposta. Para a federação, o silêncio do Executivo não é apenas falta de interlocução, mas uma escolha política deliberada de empurrar o problema com a barriga, enquanto mantém o discurso de responsabilidade fiscal. Caso não haja acordo sobre a demanda, os servidores já sinalizam greve geral.
Por Ascom 13 de janeiro de 2026
As regras do Programa Voe MT foram reformuladas e, com isso, passou a vincular os incentivos fiscais à expansão efetiva da malha aérea no Estado. A atualização do decreto que regulamenta a Lei nº 10.395/2016, alterada pela Lei nº 13.189/2025, estabelece critérios objetivos para a concessão dos benefícios, como número de municípios atendidos, frequência dos voos e ampliação das conexões regionais e nacionais, com vigência a partir de 1º de janeiro de 2026. Diferentemente do modelo anterior, em que os incentivos fiscais eram concedidos de forma mais geral, a nova legislação estabelece critérios objetivos e progressivos, vinculando diretamente o benefício à expansão efetiva da malha aérea no Estado. A redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV) passa a variar conforme o número de municípios mato-grossenses atendidos por voos regulares e pela frequência das operações. Agora, quanto maior a cobertura territorial e o número de conexões regionais e nacionais ofertadas pelas companhias aéreas, maior será o incentivo fiscal concedido. Os percentuais de redução variam de 41,18% a 16% do valor da operação, conforme o cumprimento de requisitos que envolvem voos diários e semanais, ligações com outros estados e conexões entre municípios do interior e o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande. Outra mudança relevante foi o fortalecimento do caráter de contrapartida do programa. A nova regra determina que os benefícios sejam concedidos com base no número de municípios efetivamente atendidos, e não apenas nos previstos no credenciamento, tornando o incentivo mais transparente e orientado a resultados concretos. A legislação também manteve e detalhou a isenção total de ICMS sobre combustível e lubrificantes utilizados em voos internacionais regulares com destino ao exterior, desde que a origem, o destino ou a conexão envolva ao menos um município mato-grossense. Ao mesmo tempo, vedou expressamente a cumulação dos incentivos do Voe MT com outros benefícios fiscais relacionados ao ICMS. Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a atualização do Voe MT representa um avanço estratégico para o desenvolvimento do Estado. “Eu já tive reuniões com a Azul, com a Gol e com a Latam, uma das ponderações que eles fizeram, que o nosso programa de incentivos que existia, o Voe MT, previa incentivo fiscal para dois voos, quatro voos, seis voos, não previa por exemplo a três voos, para cinco voos, então muitas vezes a Gol que já atende dois destinos, ela poderia atender Alta Floresta, é um exemplo, seriam três destinos, ela não teria o benefício, só se ela chegasse a quatro destinos. Nós reformulamos o nosso Voe MT para adequar para essa situação de ser mais atrativo para as empresas aéreas”. O secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, destacou que a nova modelagem também cria um ambiente mais atrativo para as companhias aéreas ampliarem investimentos no Estado. “Essa atualização do Voe MT coloca o incentivo fiscal no lugar certo, como instrumento de política pública orientado a resultados. O benefício de ICMS deixa de ser genérico e passa a estar diretamente vinculado à ampliação real da malha aérea, à interiorização dos voos e ao atendimento efetivo dos municípios.Do ponto de vista fiscal, isso garante mais transparência, previsibilidade e retorno econômico, com impacto positivo na atividade produtiva e na arrecadação do Estado”. Atualmente são beneficiadas no programa Voe MT a Azul Linhas Aéreas, Gol Linhas Aéreas, Latam e Asta Linhas Aéreas.